sexta-feira, 16 de abril de 2021
Drops 5 - ADVERTÊNCIA POR ESCRITO - Alterações CTB.
segunda-feira, 22 de março de 2021
BBB veicular!
Na edição do dia 21/MAR/2021, o programa Auto Esporte da TV Globo apresentou uma matéria bem interessante em relação a tecnologia embarcada em alguns veículos premium como BMS, Mercedes-Benz, Volvo, e também empresas de logísticas que utilizam o mesmo dispositivo.
Para os veículos premium, os dispositivos visam registrar eventuais sinistros de trânsito, com vídeo de momentos antes do ocorrido, ou mesmo indicam que na ausência do condutor algum tipo de impacto o veículo sofreu em determinada parte de sua carroceria, chamando a atenção do condutor para uma análise.
Junto a isso, as outras inúmeras tecnologias já embarcadas para auxiliar na condução do veículo como frenagem autônoma, estacionamento sem que o condutor tenha que manobrar.
Já no tocante as frotas de pesados, que realizam longas viagens pelas rodovias do país afora, foi mostrado o constante monitoramento do uso do veículo, e também do condutor, como ele se comporta, com indicadores de fadiga que alertam o centro de controle operacional da empresa, a qual indica para o trabalhador do transporte a necessidade de uma parada para descanso.
De acordo com o responsável pela empresa, o investimento nesse tipo de monitoramento foi pago em seis meses, com a preservação de sinistros por fadiga, e também por ajudar a esclarecer alguma responsabilidade do condutor em caso de envolvimento em um sinistro de trânsito.
A matéria foi interessante, não chegou a mostrar tantas novidades assim, para quem como nós acompanha o mercado automotivo e medidas de segurança para evitar sinistros, e controle de frota, mas leva ao grande público essas informações, para saber o quanto evoluímos.
De outra banda, tal matéria também pode ser utilizada para a reflexão do consumidor brasileiro em relação aos veículos que temos a disposição por aqui.
A troco de rodas de liga-leve mais bonitas, centrais multimídias, alguns importantes itens de segurança acabam sendo postergados em nossos automóveis com aval do órgão máximo normativo da União.
O caso que mais salta aos olhos diz respeito ao controle eletrônico de estabilidade o ESP.
Um item que funciona junto ao sistema antibloqueio dos freios dos veículos, já presentes nos veículos zero quilometro desde 2014 e que ao que consta, custa em média US$ 50,00 para ser instalado no sistema do veículo, um valor relativamente baixo pela segurança que proporciona.
Segundo a regra, todos os veículos zero quilometro comercializados nos país a partir de 2022 deveriam possuir o ESP, entretanto, com o argumento de que a pandemia atrapalhou os planos das montadoras, a obrigação ficou para 2024, mesmo com a Resolução a respeito do tema ser de 2015, e hoje possuirmos em linha alguns modelos que tinham o dispositivo em algumas versões e perderam nesse troca por visual aventureiro, rodas de liga e multimídia.
Em resumo, se você possui recursos, hoje em questão de automóveis premium, pode contar com o suprassumo da tecnologia embarcada para sua segurança, mas caos não esteja nessa condição, ou procura um veículo que conte com o máximo de itens de segurança possível, ou se dê por satisfeito em pagar um valor elevado para levar para casa o mínimo exigido para cumprir a lei.
Deveria ser diferente, com a prioridade total para a segurança e os itens de conforto, visual serem os opcionais.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
Bebida e direção - Diário do Nordeste
As autuações pela combinação de álcool e direção tiveram uma redução considerável, segundo apurou a jornalista Luana Severo, para o jornal Diário do Nordeste.
Clique no link e acesse o conteúdo da matéria, a qual tivemos a satisfação em contribuir.
terça-feira, 5 de janeiro de 2021
Rescaldo.
Passou o Natal, réveillon, as pessoas celebraram nas cidades, no litoral, em algumas localidades aglomerações foram registradas, mesmo no período de pandemia.
Foi um período bem diferente ao de outros anos em alguns aspectos, mas não se deixou de ter aquele clima de festas, e consequentemente alguns não deixaram de misturar a bebida com a direção.
Alguns vídeos postados nas redes sociais mostram os efeitos danosos da combinação pelo país afora, e na minha cidade, observo que após a noite da virada de 2020 para 2021 alguns postes de iluminação pública, de sinalização de trânsito, estão tortos ou derrubados pelo choque de veículos contra eles.
Não sabemos qual o resultado final de tais eventos, mas pelas marcas anteriores aos postes, pelo menos uma pancada alguém no interior do veículo levou.
Por outro lado, também nesse início de ano, logo pela manhã relatos de dificuldades em rodovias por capotamentos, colisões, visualizamos sinistros de trânsito causados por condutores que para economizar segundos, causaram a morte de alguém que teve a infelicidade de cruzar o seu caminho, enfim, o primeiro dia útil de 2021 foi bem carregado no trânsito.
Nossa torcida é para que tenham sido eventos pontuais e não venham a representar o que pode ser constante no país com a flexibilização das regras que estão por vir.
Segundo os dados oficiais, em 2019, 31.945 foram as vítimas fatais do trânsito brasileiro, e ao que tudo indica, o ano de 2020, apesar da pandemia, de um período com menos veículos em circulação nas vias, o resultado final não deve ficar distante disso.
Vamos em frente, na expectativa do melhor para a sociedade.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2020
Dezembrô!
Contribuição com a matéria do repórter Basílio Magno da TV Sorocaba SBT.
Clique no link e confira:
https://www.youtube.com/watch?v=pyiRNuv-UA4&feature=youtu.be
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
Termômetro.
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
História longe do fim!
Motociclistas, motoqueiros, enfim categorias tão distintas se encontraram: somos todos loucos, arruaceiros, egoístas, donos do último espaço livre para circulação nas vias, o chamado “corredor”.
A eventual reedição do Artigo 56A do Código de Trânsito Brasileiro – CTB, despertou paixões e acirrou os ânimos de ambos os lados durante as discussões das alterações do CTB via projeto de lei número 3267/2019.
De um lado, aqueles que defendem que as motocicletas continuem a transitar entre os carros, e do outro, defensores ferrenhos da proibição, que cada veículo deve ocupar o seu espaço na via, e ali permanecer parado por longos e intermináveis minutos, minutos esses que aumentam a cada dia à medida que a frota circulante se expande, enquanto o transporte coletivo sente profundamente a ausência de benefícios que tornem a tarifa mais barata e agora, diante da pandemia, com um número menor de veículos em circulação e pessoas com receio de utilizar esse modo de transporte.
A verdade é que a utilização do veículo “explodiu” nos últimos anos, de uma forma que a comunidade ainda não assimilou completamente a chamada cultura da motocicleta.
Cidadãos que utilizavam até então o transporte coletivo, adquiriram motocicletas para realizar seus deslocamentos, outros, como uma ferramenta de trabalho para gerar renda.
Infelizmente, alguns desses novos motociclistas, não são habilitados, ou não são adequadamente preparados, um agravante para um tipo de veículo em que a falta de atenção e qualquer descuido levam a uma queda, e consequentemente lesões, sejam elas de natureza leve até gravíssima e algumas fatais.
Por outro lado, se em 1990 foram vendidas 146.000 motos e 229 pessoas perderam a vida em sinistros de trânsito com motocicletas, nos últimos anos uma média de 12.000 vidas foram ceifadas pela mesma causa.
A cada cem sinistros com envolvimento de motocicletas, há vítimas em 71 deles, com automóveis, a proporção e de 7 acidentes com vítimas para cada cem ocorridos.
Os números são alarmantes, principalmente se considerarmos que grande parte das vítimas são pessoas na faixa dos 18 aos 39 anos, ou seja, quando estão em pleno vigor de sua capacidade produtiva, e causam maior apreensão, quando não englobamos nesses números aqueles que ficaram incapacitados por conta de de tais eventos.
Não há dúvida de que algo deve ser feito, mas acreditar que proibir a circulação de motocicletas entre os veículos irá por um basta nessa situação é algo um tanto quanto otimista ao extremo, mas um mínimo de ordem é desejável.
Assim como os medidores de velocidade autuam somente aqueles condutores que desrespeitam com seus veículos os limites estabelecidos, é necessário punir aqueles que excedem a velocidade quando o trânsito fica lento ou parado e a motocicleta pode então gozar da agilidade proporcionada pela sua pequena dimensão.
Essa era a intenção quando se tentou reeditar o artigo 56A do CTB.
Como motociclista, posso afirmar que o maior perigo quando circulamos por entre veículos parados é a velocidade empregada, pois circular em velocidade baixa, de no máxima 40 Km/h, reduz e muito a possibilidade de acidentes, notadamente aqueles de natureza grave/gravíssima.
Por várias vezes, tentei conduzir minha motocicleta, nos termos propostos, ou seja, com ela ocupando o espaço de um veículo, e fiquei impressionado em como somos hostilizados pelos condutores em semáforos, congestionamentos, que não admitem ter aquele espaço vago na via, em que podem colocar seus veículos e andar 30 centímetros, ocupado por uma motocicleta, isso sem contar as inúmeras fechadas.
Todos aqueles que adquirem uma motocicleta, certamente os fazem para poder agilizar suas tarefas no dia-a-dia com o mínimo de consumo de combustível.
Sem esforços, ou abusando da velocidade, por sua natureza, a motocicleta arranca antes dos veículos em semáforos, e ainda que lentamente, vence com facilidade os congestionamentos e a lentidão do trânsito que assola as cidades brasileiras, motivos pelos quais entendemos não ser necessário abusar da velocidade.
Infelizmente,
temos neste país, a tendência de resolver os problemas com proibições, ou então fechando os olhos para a questão principal
, ao invés
de se estudar o problema e buscar soluções.
Com esse tipo de postura, os justos pagam pelos pecadores, e no caso em tela, os bons motociclistas pagarão pelos inconsequentes, caindo todos na vala comum, rotulados como infratores contumazes.
Ações ininterruptas de educação para o trânsito e formação de condutores mais eficaz, atreladas a operações de fiscalização mais intensas, essas sim são as chaves para a diminuição dos índices de acidentes, e consequentemente de mortes ocorridas no trânsito.













