segunda-feira, 9 de agosto de 2021
Reduziu, mas continua.
segunda-feira, 24 de maio de 2021
Tenha essa informação na cabeça.
Os sinistros de trânsito com motociclistas tem sido destaque em Sorocaba.
A análise dos dados, realizadas pelo Jornalista Marce Scinocca aponta e isso e comentamos na matéria a respeito.
Clique no link para ler:
terça-feira, 11 de maio de 2021
O exemplo arrasta!
terça-feira, 13 de abril de 2021
Drops 2 - Alterações CTB - MOTOCICLETA
No Drops de hoje das alterações do CTB, comentamos a respeito das mudanças no Código de Trânsito Brasileiro - CTB que envolvem o uso da motocicleta.
Clique no link, assista, envie suas dúvidas:
www.youtube.com/watch?v=IukhHd3Zpoo
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Bem comum!
Usuários habituais de motocicletas em grande parte conhecem algumas combinações que não apresentam muita segurança para o transitar com o veículo.
Óleo no pavimento, esteja ele seco ou molhado é uma combinação terrível para quem está em um veículo de duas rodas, sendo praticamente impossível se manter em pé.
Outra situação de grande tensão está atrelada a sinalização viária.
Algumas delas possuem grau de aderência não muito adequados, fato esse que com o piso molhado ou úmido podem representar uma queda.
Essa situação em particular melhorou muito nos últimos anos, as tintas são mais aderentes, mas nunca é demais ser prudente e evitar utilizar os freios ou acelerar quando passar pela sinalização, em especial após um longo período sem chuvas.
Por outro lado, temos um procedimento que ainda hoje é realizado e é reprovável pelos riscos: o uso da tinta preta para apagar/remover sinalização viária antiga ou aplicada de forma incorreta.
No sábado dia 09/JAN/2021 transitamos na Praça dos Bombeiros X Avenida Dom Aguirre em Sorocaba e nos deparamos com o bolsão de espera para motociclistas todo pintado de preto, solução encontrada para apagar a sinalização antiga.
Ao olhar para o pavimento pintado, se notava que aquilo poderia render alguma queda, principalmente de motociclistas menos experientes nesses dias de verão com chuvas praticamente diárias.
Fizemos o registro e realizamos a postagem com o alerta a respeito, a qual teve uma repercussão interessante na interação dos seguidores.
Passados três dias, fomos informados pelos responsáveis que a situação tinha sido revista, alterada, com a remoção da tinta preta com o uso de um fresadora e posteriormente a sinalização com o pictograma do motociclista foi implantado.
Muito gratificante ter esse retorno das ações desenvolvidas, pois a intenção da postagem no Instagram e WhatsApp foi o de alertar para a segurança dos usuários das vias.
Vamos em frente!
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
Por favor, evite!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
Fecha a viseira e acenda o farol!
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
Investimentos para o futuro.
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
História longe do fim!
Motociclistas, motoqueiros, enfim categorias tão distintas se encontraram: somos todos loucos, arruaceiros, egoístas, donos do último espaço livre para circulação nas vias, o chamado “corredor”.
A eventual reedição do Artigo 56A do Código de Trânsito Brasileiro – CTB, despertou paixões e acirrou os ânimos de ambos os lados durante as discussões das alterações do CTB via projeto de lei número 3267/2019.
De um lado, aqueles que defendem que as motocicletas continuem a transitar entre os carros, e do outro, defensores ferrenhos da proibição, que cada veículo deve ocupar o seu espaço na via, e ali permanecer parado por longos e intermináveis minutos, minutos esses que aumentam a cada dia à medida que a frota circulante se expande, enquanto o transporte coletivo sente profundamente a ausência de benefícios que tornem a tarifa mais barata e agora, diante da pandemia, com um número menor de veículos em circulação e pessoas com receio de utilizar esse modo de transporte.
A verdade é que a utilização do veículo “explodiu” nos últimos anos, de uma forma que a comunidade ainda não assimilou completamente a chamada cultura da motocicleta.
Cidadãos que utilizavam até então o transporte coletivo, adquiriram motocicletas para realizar seus deslocamentos, outros, como uma ferramenta de trabalho para gerar renda.
Infelizmente, alguns desses novos motociclistas, não são habilitados, ou não são adequadamente preparados, um agravante para um tipo de veículo em que a falta de atenção e qualquer descuido levam a uma queda, e consequentemente lesões, sejam elas de natureza leve até gravíssima e algumas fatais.
Por outro lado, se em 1990 foram vendidas 146.000 motos e 229 pessoas perderam a vida em sinistros de trânsito com motocicletas, nos últimos anos uma média de 12.000 vidas foram ceifadas pela mesma causa.
A cada cem sinistros com envolvimento de motocicletas, há vítimas em 71 deles, com automóveis, a proporção e de 7 acidentes com vítimas para cada cem ocorridos.
Os números são alarmantes, principalmente se considerarmos que grande parte das vítimas são pessoas na faixa dos 18 aos 39 anos, ou seja, quando estão em pleno vigor de sua capacidade produtiva, e causam maior apreensão, quando não englobamos nesses números aqueles que ficaram incapacitados por conta de de tais eventos.
Não há dúvida de que algo deve ser feito, mas acreditar que proibir a circulação de motocicletas entre os veículos irá por um basta nessa situação é algo um tanto quanto otimista ao extremo, mas um mínimo de ordem é desejável.
Assim como os medidores de velocidade autuam somente aqueles condutores que desrespeitam com seus veículos os limites estabelecidos, é necessário punir aqueles que excedem a velocidade quando o trânsito fica lento ou parado e a motocicleta pode então gozar da agilidade proporcionada pela sua pequena dimensão.
Essa era a intenção quando se tentou reeditar o artigo 56A do CTB.
Como motociclista, posso afirmar que o maior perigo quando circulamos por entre veículos parados é a velocidade empregada, pois circular em velocidade baixa, de no máxima 40 Km/h, reduz e muito a possibilidade de acidentes, notadamente aqueles de natureza grave/gravíssima.
Por várias vezes, tentei conduzir minha motocicleta, nos termos propostos, ou seja, com ela ocupando o espaço de um veículo, e fiquei impressionado em como somos hostilizados pelos condutores em semáforos, congestionamentos, que não admitem ter aquele espaço vago na via, em que podem colocar seus veículos e andar 30 centímetros, ocupado por uma motocicleta, isso sem contar as inúmeras fechadas.
Todos aqueles que adquirem uma motocicleta, certamente os fazem para poder agilizar suas tarefas no dia-a-dia com o mínimo de consumo de combustível.
Sem esforços, ou abusando da velocidade, por sua natureza, a motocicleta arranca antes dos veículos em semáforos, e ainda que lentamente, vence com facilidade os congestionamentos e a lentidão do trânsito que assola as cidades brasileiras, motivos pelos quais entendemos não ser necessário abusar da velocidade.
Infelizmente,
temos neste país, a tendência de resolver os problemas com proibições, ou então fechando os olhos para a questão principal
, ao invés
de se estudar o problema e buscar soluções.
Com esse tipo de postura, os justos pagam pelos pecadores, e no caso em tela, os bons motociclistas pagarão pelos inconsequentes, caindo todos na vala comum, rotulados como infratores contumazes.
Ações ininterruptas de educação para o trânsito e formação de condutores mais eficaz, atreladas a operações de fiscalização mais intensas, essas sim são as chaves para a diminuição dos índices de acidentes, e consequentemente de mortes ocorridas no trânsito.

















