sexta-feira, 16 de abril de 2021
Drops 5 - ADVERTÊNCIA POR ESCRITO - Alterações CTB.
quarta-feira, 14 de abril de 2021
Exame Toxicológico - Breves considerações.
Diante dos inúmeros questionamentos que recebi em relação a questão do exame toxicológico, também essa uma novidade dentro das alterações do CTB, gravei um pequeno vídeo com breves considerações a respeito do tema.
Clique no link, assista, compartilhe:
https://www.youtube.com/watch?v=gJVqWY_iXfY&t=9s
quarta-feira, 7 de abril de 2021
Chegou a hora!
A entrada em vigor das alterações no Código de Trânsito Braisleiro - CTB, que pareciam tão distantes, enfim, passam a valer na próxima segunda-feira, 12/ABR.
O tempo passou, alguns temas que precisam de regulamentação específica até o momento não tiveram Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN publicadas até esta data, e não há qualquer perspectiva de que uma prorrogação de prazo venha a ocorrer, até mesmo por conta da necessidade de algo partir do Congresso Nacional.
Certo é que muitos órgãos ou entidades executivos de trânsito editaram documentos com as orientações básicas para que os cidadãos possam entender onde se enquadram nesse contexto.
Para os órgãos ou entidades, as alterações afetam significativamente temas como a aplicação da Suspensão do Direito de Dirigir - SDD, a aplicação da penalidade de advertência por escrito.
De outra banda, se tem a expectativa de uma judicialização relativa as penalidades hoje autosuspensivas que deixam de ser a partir do dia 12/ABR, gerando um debate no tocante a aplicação da retroatividade da norma.
Diante de todo o exposto, ao final, e nossa expectativa é que a nossa avaliação esteja equivocada, mas a maior prejudicada com todas essas alterações, será a segurança viária, pois com regras mais flexíveis, maior dificuldade de aplicação de penalidades para aqueles que não seguem as regras, a tendência é de aumento no desrespeito e consequentemente, no número de sinistros registrados.
A conferir daqui pouco mais de um anos.
quinta-feira, 1 de abril de 2021
Ciclistas em rodovias.
Conversamos com a jornalista Ana Cláudia Martins, referente a um tema bem importante, o uso de bicicletas em rodovias.
Clique no link e leia!
quinta-feira, 25 de março de 2021
Entre o transporte de crianças e prazos.
O dia 24/MAR/2021 rendeu para os órgãos ou entidades executivos de trânsito com a publicação de Resoluções e Portarias do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN.
Dentre as Resoluções, a que é de maior interesse de todos, e da sociedade é a Resolução de número 819/2021, a qual trata do transporte de crianças com até dez anos de idade e altura inferior a 1,45m.
Determinado ordenamento está em consonância com as alterações previstas no Código de Trânsito Brasileiro - CTB que passam a valer a partir do dia 12/ABR/2021, assim como a Resolução.
Em linhas gerais a regra do uso dos dispositivos de retenção adequados à idade da criança, qual seja, bebe conforto, cadeirinha e assento de elevação se mantém, a mudança principal está na questão da idade da criança, que até os dez anos deve ser transportada no banco traseiro com cinto de segurança, salvo quando o veículo seja uma picape ou qualquer outro veículo com peso bruto total inferior a 3.500 quilos que só possua bancos dianteiros.
Caso a criança com dez anos não possua 1,45m, terá que utilizar o assento de elevação, de forma a manter seu posicionamento seguro.
No tocante aos veículos registrados na categoria aluguel, a chamada "placa vermelha", sendo eles o táxi, o transporte de escolares, o ônibus do transporte coletivo, estão desobrigados de possuir o dispositivo de retenção adequado a idade da criança.
A inovação prevista na regra é que agora ela contempla os veículos do transporte individual privado remunerado de passageiros, os veículos do transporte por aplicativos que também estão desobrigados da utilização dos dispositivos de retenção quando no efetivo exercício da atividade.
Chega a ser curioso que o rol dos modos de transportes que deveriam seguir a regra e fornecer mais segurança para os pequenos, ao invés de diminuir, aumentou, isso em uma época em que se preconiza que a atenção com a segurança deve ser o foco principal das ações governamentais, uma pena.
Já utilizamos um número considerável de veículos de aplicativos em nossos deslocamentos em Sorocaba ou em outras cidades, e apenas 3 desses condutores disseram que não tinham no porta-malas do veículo uma cadeirinha, um assento de elevação.
Se os que utilizei são exceção à regra, não sei, e não pedi para ver tais dispositivos, mas é algo que guardei como experiência boa ouvir a preocupação dos condutores com as crianças.
A outra novidade diz respeito a Portaria CONTRAN número 208/2021 a qual é destinada exclusivamente para o Estado de São Paulo e que assim como ocorreu e ocorre em outros Estados, suspende por prazo INDETERMINADO em razão da pandemia, os prazos para apresentação de defesas, recursos em processos administrativos de trânsito, renovação da Carteira Nacional de Habilitação - CNH, registro e licenciamento de veículos novos e transferência de veículos usados.
Ao contrário da situação anterior, o envio das notificações de autuações e de penalidades não estão suspensos para os órgãos ou entidades executivos de trânsito.
Nesse caso, a Portaria pode manter os efeitos, por 30, 40 ou 90 dias, tudo dependerá dos rumos que a pandemia tiver no Estado de São Paulo.
Já a Resolução, inicialmente não tem um prazo para sofrer alterações e há tempo para a ciência dos condutores em relação aos seus termos.
Seguimos no acompanhamento das questões relacionadas ao trânsito para trazer à você, leitor do CamPitacos, todas as novidades, compartilhe com seus amigos.
Informação nunca é demais!
segunda-feira, 22 de março de 2021
BBB veicular!
Na edição do dia 21/MAR/2021, o programa Auto Esporte da TV Globo apresentou uma matéria bem interessante em relação a tecnologia embarcada em alguns veículos premium como BMS, Mercedes-Benz, Volvo, e também empresas de logísticas que utilizam o mesmo dispositivo.
Para os veículos premium, os dispositivos visam registrar eventuais sinistros de trânsito, com vídeo de momentos antes do ocorrido, ou mesmo indicam que na ausência do condutor algum tipo de impacto o veículo sofreu em determinada parte de sua carroceria, chamando a atenção do condutor para uma análise.
Junto a isso, as outras inúmeras tecnologias já embarcadas para auxiliar na condução do veículo como frenagem autônoma, estacionamento sem que o condutor tenha que manobrar.
Já no tocante as frotas de pesados, que realizam longas viagens pelas rodovias do país afora, foi mostrado o constante monitoramento do uso do veículo, e também do condutor, como ele se comporta, com indicadores de fadiga que alertam o centro de controle operacional da empresa, a qual indica para o trabalhador do transporte a necessidade de uma parada para descanso.
De acordo com o responsável pela empresa, o investimento nesse tipo de monitoramento foi pago em seis meses, com a preservação de sinistros por fadiga, e também por ajudar a esclarecer alguma responsabilidade do condutor em caso de envolvimento em um sinistro de trânsito.
A matéria foi interessante, não chegou a mostrar tantas novidades assim, para quem como nós acompanha o mercado automotivo e medidas de segurança para evitar sinistros, e controle de frota, mas leva ao grande público essas informações, para saber o quanto evoluímos.
De outra banda, tal matéria também pode ser utilizada para a reflexão do consumidor brasileiro em relação aos veículos que temos a disposição por aqui.
A troco de rodas de liga-leve mais bonitas, centrais multimídias, alguns importantes itens de segurança acabam sendo postergados em nossos automóveis com aval do órgão máximo normativo da União.
O caso que mais salta aos olhos diz respeito ao controle eletrônico de estabilidade o ESP.
Um item que funciona junto ao sistema antibloqueio dos freios dos veículos, já presentes nos veículos zero quilometro desde 2014 e que ao que consta, custa em média US$ 50,00 para ser instalado no sistema do veículo, um valor relativamente baixo pela segurança que proporciona.
Segundo a regra, todos os veículos zero quilometro comercializados nos país a partir de 2022 deveriam possuir o ESP, entretanto, com o argumento de que a pandemia atrapalhou os planos das montadoras, a obrigação ficou para 2024, mesmo com a Resolução a respeito do tema ser de 2015, e hoje possuirmos em linha alguns modelos que tinham o dispositivo em algumas versões e perderam nesse troca por visual aventureiro, rodas de liga e multimídia.
Em resumo, se você possui recursos, hoje em questão de automóveis premium, pode contar com o suprassumo da tecnologia embarcada para sua segurança, mas caos não esteja nessa condição, ou procura um veículo que conte com o máximo de itens de segurança possível, ou se dê por satisfeito em pagar um valor elevado para levar para casa o mínimo exigido para cumprir a lei.
Deveria ser diferente, com a prioridade total para a segurança e os itens de conforto, visual serem os opcionais.
terça-feira, 16 de março de 2021
Dose dupla!
Na quinta-feira, 12/MAR foi ao ar mais um "Espaço Mobilidade Urbana" na Cruzeiro FM 92,3Mhz.
O tema central foi a segurança do motociclista e a motocicleta como ferramenta de trabalho.
Sendo assim, ao final do Espaço, ainda sobraram dúvidas dos ouvintes, as quais foram respondidas e levadas ao ar no Jornal das 5 do mesmo dia.
Convido você que acompanha o CamPitacos a ouvir nossa participação, enviar seu comentário a respeito do que ouviu.
É sempre uma satisfação muito grande contribuir com informações e conhecimentos.
Clique no link, ouça!
https://www.cruzeirofm.com.br/noticia/mobilidade-urbana-com-renato-campestrini-12-03-2021/
segunda-feira, 8 de março de 2021
Risos que se tornam lágrimas.
Além de apaixonado pelo tema trânsito, também somos apaixonados pelo motociclismo.
Durante muitos anos, possuir uma motocicleta de média ou grande cilindrada ocupava o lugar de destaque entre nossas preferências em veículos motorizados.
Nessa esteira, por alguns anos, era comum aos finais de semana, feriados, período de férias, pegar a motocicleta, chamar a Alec e partir para algum destino na região, ir para Santa Catarina ou outras localidades em grupos.
Foram ocasiões memoráveis vários desses passeios, a primeira vez que partimos rumo à Santa Catarina em duas rodas, com direito a uma visita na famosa Serra do Rio do Rastro, entre Bom Jardim da Serra e Lauro Muller, transitar na Interpraias, fazer um bate-volta até Curitiba/PR, Caconde/SP com os amigos também figuram entre os passeios que guardamos na memória.
Quando o destino não era longo, a ida até Tatuí, São Roque para um almoço já valia a pena, estar com minha Amada e com nossa motocicleta.
Por conta disso, ficamos chocados com o infeliz evento ocorrido na BR-101 em Santa Catarina, no trecho que bem conhecemos, entre Penha e Itapema, cidades localizadas no litoral do belo Estado.
Um casal, que assim como nós, um dia sonhou ter uma motocicleta para passear aos finais de semana, tem seu sonho, e a vida da passageira, interrompidos pela atitude impensada de um condutor de caminhão que literalmente levou no peito a motocicleta com seus ocupantes, e só parou quando as condições de fuga não forma mais possíveis.
Alegou na ocasião que transitava a 28 horas e que tinha feito uso de substâncias proibidas para se manter acordado.
Não somos nós que vamos julgar ou apontar o dedo para alguém diante de tal fato, mas nos compete fazer uma reflexão a respeito do tema, visto que não é o primeiro e nem será o último evento dessa natureza a ser registrado em nossas vias, talvez o diferencial desse seja o fato da motocicleta ter ficado presa no caminhão, mas os relatos de outros casos em que os caminhões passam levando o que tem pela frente, 3, 5 10 veículos, não são tão difíceis de serem registrados.
Há no país uma lei que determina que todo condutor de veículos que possuem categorias C, D ou E, devem passar por um exame toxicológico para renovar sua Carteira Nacional de Habilitação - CNH.
Com as alterações no Código de Trânsito Brasileiro - CTB em abril, a obrigação de passar por esse teste deve ser a cada dois anos e meio para tais condutores.
A despeito da regra, e de sua eficácia ser contestada por entidades médicas e de toxicologia, está mantida a obrigação, ainda que no projeto de lei de autoria do Executivo houvesse a previsão de retirar esse exame do ordenamento pátrio.
A bem da verdade, esse tema era um dos poucos com os quais concordávamos na apresentação do PL 3267/2019, posteriormente convertido na lei número 14.071/2020.
A razão disso é que após 13 anos rodando com relativa frequencia o trajeto Sorocaba/SP - Itajaí/SC, na maior parte durante a noite e madrugada, nos deparamos com comportamentos tais de uma parcela dos condutores de veículos de grande porte que nos causa espanto e em alguns casos, medo.
No último deslocamento realizado até SC no dia 19/FEV/2021, durante o final da madrugada, já no início da manhã, uma densa neblina encobria parte da rodovia que leva Sorocaba até o Município de São Miguel Arcanjo, cuja denominação nos foge agora.
Quando estávamos no trecho entre Pilar do Sul e São Miguel Arcanjo, em uma rodovia de pista simples, com alguns buracos na pista, sem acostamento decente e com velocidade máxima regulamentada em 80Km/h, em meio a ela surgiu um caminhão Mercedes Benz, vermelho, do tipo "bicudo" e passou por nós a toda velocidade na contramão, em local cuja ultrapassagem era proibida.
Da forma como ele do nada surgiu, também sumiu em meio aquela densa neblina o que nos fez temer o pior, visto que tal rodovia é utilizada por pessoas que vivem na zona rural para ir ao trabalho, aguardar o transporte coletivo.
Nosso veículo estavam em velocidade abaixo da permitida, com a prudência necessária para aquelas condições de pista e clima e o caminhão passou como se estivéssemos parados e desapareceu. Caso uma outro veículo ou pessoa surgisse na sua frente, provavelmente não sobraria muito para contar história.
Esse é apenas um dos vários relatos que podemos citar de nossas incursões rodoviárias, mas que ganham vulto a medida que pelo porte dos veículos os estragos sempre são grandes, além de quase sempre bloquearem as pistas para os demais veículos.
O fato é que esse exemplo é um, dos que mostram que fiscalizar o comportamento dos condutores dos brutos em relação ao seu estado de consciência no tocante ao uso de substâncias proibidas somente em laboratórios não surte efeitos na segurança viária.
É preciso sim que outras formas de fiscalização venham a ser realizadas, para a segurança deles e dos demais condutores, assim como aproveitar a ocasião para avaliar se o direito ao descanso vem sendo cumprido.
Nenhuma carga é valiosa o bastante a ponto do condutor ter de se arriscar a pagar com a vida, ou dos demais, os excessos para cumprir prazos apertados com fretes baixos que praticamente só mantem a operação sem ganhos reais para o condutor.
Também é preciso que sejam disponibilizados nas rodovias, locais para que os condutores possam realizar seu descanso com segurança, algo previsto em legislação, mas pouco colocado em prática.
Nos causa perplexidade visualizar na BR-376, por exemplo, no Estado do Paraná, um local que era um posto fiscal, que possuía uma estrutura mínima de banheiros, salas, ser colocado todo abaixo e que poderia ser destinado para o descanso, alimentação dos condutores de veículos pesados ou em longos deslocamentos interestaduais.
A ausência desses pontos leva aqueles que não tem recursos disponíveis para estacionar o veículo em um pátio de postos de combustíveis, alguns dos quais que cobram o abastecimento mínimo de R$ 100,00 ou o pagamento dessa importância para que os condutores estacionem, a transitar por horas a fio ou a recorrer às substâncias proibidas.
Nesse momento em que se fala tanto em "rodovias que perdoam", em atenção "especial aos amigos do trecho", o desejável é que se tenham também ações nesse sentido, como forma de reconhecimento, respeito aos serviços executados pelos caminhoneiros pelo país afora.
Do contrário, eventos como o aqui relatado e vários outros pelo país afora, mostrados em páginas nas redes sociais, voltarão a acontecer.
No caso do sinistro ocorrido em Santa Catarina no sábado, que nos motivou a escrever esta postagem, infelizmente a esposa do motociclista veio a óbito no domingo, não resistindo as lesões graves sofridas, razão pela qual destinamos nossa solidariedade e orações.
Para esse casal, que certamente ao se levantar de sua cama no sábado imaginou passar momentos felizes com sua motocicleta nas rodovias, restou a dor da partida e o trauma de algo que poderia ser evitado.
sexta-feira, 5 de março de 2021
Fique ligado e alerta! Mas não ligue.
Estamos naquela época do ano em que praticamente todo final de tarde temos chuvas, as famosas "águas de março fechando o verão" como cantou o poeta.
Podemos até dizer que após as 15h, caso não tenha chovido ainda, irá chover, quando muito, as chuvas vem acompanhadas de ventos fortes.
Dentro desse contexto, conduzir em rodovias passa a ter um fator de risco a mais para ser observado que é a quantidade de águas acumuladas nas pistas, o que pode ser perigoso em determinados trechos, ou mesmo em razão dos pneus dos veículos não apresentarem bom estado de conservação, o volume de água pode ser o suficiente para levar a uma saída de pista.
Por outro lado, um fator merece ser destacado nessas condições e que observamos ontem (04/MAR) nas rodovias a caminho de casa durante a tempestade: o uso do pisca-alerto aceso com o veículo em movimento.
Talvez o condutor, por uma questão de esquecimento, ou mesmo falta de informação, aciona o dispositivo com vistas a aumentar a segurança, mas ao adotar esse procedimento, o efeito dele é o contrário, pode sim resultar em sinistros de trânsito.
Caso esteja em uma rodovia e as condições de chuvas forem fortes, a ponto de dificultar a visibilidade do condutor ou não transmitir a confiança para conduzir, reduza a velocidade, transite pela faixa da direita caso a via possua mais de uma, e procure um lugar seguro para estacionar e aguarda as condições do clima melhorarem.
Essa é a melhor opção ao invés de transitar com o pisca-alerta aceso.
E em caso de chuva forte, caso seu veículo possua, pode até utilizar a luz traseira de neblina, para chamar a atenção a presença do seu veículo na via, só não esqueça de desligar o dispositivo tão logo as condições melhorem.
Outro ponto, mas esse é mais de comportamento, o uso dos faróis acesos durante o dia em rodovias duplicadas ou não, permanece até o dia 12/ABR/2021, portanto, transitar em rodovias durante chuvas com as luzes do veículo apagadas, além de arriscado, constitui infração de trânsito que deve ser evitada.
Após o dia 12/ABR/2021, o uso dos faróis acesos em rodovias duplicadas durante o dia deixa de ser obrigatório sem chuvas, sendo necessário acender apenas em túneis.
Conduza sempre com atenção e cuidados indispensáveis à segurança no trânsito, e tenha um bom caminho.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
Bebida e direção - Diário do Nordeste
As autuações pela combinação de álcool e direção tiveram uma redução considerável, segundo apurou a jornalista Luana Severo, para o jornal Diário do Nordeste.
Clique no link e acesse o conteúdo da matéria, a qual tivemos a satisfação em contribuir.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
Objetivo: auxiliar e preservar.
Em nossas andanças pela cidade, rodovias, não raro nos deparamos com situações que podem representar riscos para os usuários das vias.
Seja uma sinalização equivocada, um objeto mal posicionado, dentre outros fatores, até mesmo um veículo que derramou óleo na pista e pode vir a ocasionar sinistros.
Diante de tais condições, sempre que possível, adotamos as medidas que estão ao nosso alcance, para evitar o pior seja para o cliente/usuário da via, seja para os cofres públicos.
Recentemente, após em menos de quinze dias, dois veículos enroscarem em um pontilhão, e diante de inúmeros questionamentos das pessoas nas redes sociais dos veículos de imprensa, realizamos uma visita técnica para entender se algo está levando a ocorrência de tais eventos em tão curto espaço de tempo.
Nos deparamos com a existência de sinalização adequada, no entanto, desgastada pela ação do tempo, que podem passar despercebidas pelos condutores.
Também como forma de reforçar a atenção dos condutores de veículos com dimensões acima da especificada para aquele ponto da via, sugerimos a adoção de placas educativas com a inserção de uma regulamentação no interior com a altura, para ser colocada na coluna do semáforo que antecede ao ponto de enrosco e colisões.
Ainda dentro dessa ocasião, comparecemos até a Avenida Itavuvu, sentido centro, na interseção com a Rua Vicente Paes Filho, onde de acordo com relatos de usuários das vias, a vegetação estava a encobrir o conjunto semafórico, assim como também ocorria em três pontos da Avenida General Osório, dois no sentido centro e um no sentido bairro.
Para essas situações, fizemos os relatos para quem possui competência para mobilizar os Setores competentes e agir.
Passado quase um mês do nosso relato/contato, as situações permanecem da mesma forma na Avenida Itavuvu e no trecho anterior ao pontilhão do final da Avenida General Osório.
Em relação a interseção da Avenida Itavuvu com a Rua Vicente Paes Filho, de acordo com relatos da imprensa e usuários das vias, dois sinistros foram registrados no dia 14/FEV, um deles com danos materiais vultuosos, mas que felizmente não ceifaram vidas.
Inclusive um dos veículos de imprensa da cidade mostra um usuário do transporte coletivo, no interior do veículo, a relatar os quase acidentes presenciados pela dificuldade de compreensão do condutor do ciclo que está o semáforo.
Nesse caso não se trata de atribuir exclusivamente para o condutor a responsabilidade, posto que transitamos no local de acordo com as regras e ainda assim tivemos a dificuldade, e nos causou apreensão no tocante aos veículos que seguem atrás no fluxo e podem não estar atentos para uma parada momentânea ocasionada pelo sinal vermelho.
Pertinente ao pontilhão, é cediço que o local apresenta dificuldades físicas, possui um histórico de sinistros, mas uma medida diferente do que se tem utilizado poderia ser de grande valia para evitar novos casos, talvez até piores que os já registrados.
Alguns podem até reclamar, xingar, espernear pela nossa conduta, mas na qualidade de especialista/técnico da área, que recebe demandas através de nossas redes sociais, por pessoas que acreditam naquilo que pregamos como situação ideal, qual seja, a de trabalhar a prevenção para não colher lamentações, posteriores, dentro de nossas possibilidades agimos.
Já constatamos que agir de tal forma gera frutos para a segurança, como no caso do reforço na sinalização empregada pela concessionária de rodovias no trecho da rodovia Raposo Tavares, que corta Sorocaba nas imediações do Shopping Panorâmico, onde essa medida simples contribuiu para redução dos sinistros no local.
Seguimos na expectativa de que os serviços sugeridos, indicados venham a ser realizados dentro em breve, na agenda estabelecida para as ações do órgão competente, sem penalizar de alguma forma os usuários das vias lembrando sempre que a ação, ou a omissão dos órgãos ou entidades executivos de trânsito podem resultar em responsabilidades objetivas para eles em razão dos danos causados (artigo 1º, §3º do CTB).
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
Dados na mesa!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
A ditadura do relógio e o paciente.
Na quinta-feira, 04/FEV saímos pelas vias da cidade verificar algumas questões apontadas por nossos seguidores no Instagram, outras que ouvimos solicitações nas rádios.
Esse hábito nos ajuda a entender o que está a ocorrer nas vias, se temos realmente alguma demanda ou se trata de uma interpretação equivocada das normas por quem as apresenta.
Em alguns locais, realmente as situações apontadas tem fundamento, motivo pelo qual com o intuito de colaborar, alertamos quem de direito e com competência para solucionar, aquelas que são interpretações equivocadas, orientamos acerca de como as regras funcionam.
Uma situação a nós reportada de vegetação a encobrir um conjunto semafórico importante na Avenida Itavuvu, sentido centro, também foi acompanhada dos mesmos registros em pontos da Avenida General Osório em ambos os sentidos da via (dois no sentido centro, um no sentido bairro).
Apesar de apontados a quem de direito os problemas, até o presente momento em que esta postagem é escrita e publicada (05/FEV/2021) permanecem.
Outra, como as condições de trânsito na Avenida General Motors na ligação da Zona Norte da cidade com a Zona Industrial, nos mostraram que o problema maior se dá na ausência de um reforço na sinalização horizontal, vertical e em partes pela pressa ao transitar que muitos tem para uma via com pista simples e duplo sentido de circulação.
São essas situações que estão nas vias e que qualquer um pode atestar a veracidade dos fatos, mas por outro lado temos situações de risco criadas pelos condutores.
Em uma das nossas postagens anteriores abordamos o avanço de semáforos no ciclo vermelho por parte dos motofretistas para ganhar tempo e consequentemente realizar mais entregas.
Entretanto, nos deparamos dessa vez, na condição de motociclista, com um condutor de um caminhão Mercedes Benz carregado, que de forma deliberada, mesmo tendo como faze-lo, avançou o sinal vermelho quando o ciclo verde já estava no semáforo da via transversal.
Quando mais a frente ele teve que parar novamente no semáforo onde já estávamos parados, comentei com ele: "Com esse baita veículo, passar no vermelho é perigoso, Motorista!"
A resposta dele, mostrando o relógio para mim foi: "Preciso vencer o relógio, e vou passar onde der!".
Respondemos com um questionamento para ele: "E se você bater em alguém e matar essa pessoa, vai seguir em frente? Poderia ter ocorrido isso ali atrás com seu ato!"
Não precisamos dizer que a conversa, que transcorreu de forma educada acabou nesse ponto.
Infelizmente o modo de pensar desse condutor é o mesmo de vários outros que ao transitar na chamada ditadura do relógio, se esquecem de que podem ter que ser muito pacientes caso venham a se envolver em um sinistro de trânsito ao tentar vencer o relógio.
Por conta de situações como essas é que freios falham, ocorrem alguns tombamentos dentre outros relatos de sinistros tão comuns em nossas vias urbanas e rurais.
No trânsito, um meio tão arriscado, a ditadura do relógio não pode prevalecer e a consciência em relação a isso deve começar pelo dono da empresa que utiliza os serviços, por aquele que contrata o transporte e em especial por aquele que está na ponta e faz a ligação fina entre os pedais do veículo e sua poltrona, essa a parte mais importante de tudo.
E vamos em frente!
E.T. Avançar o sinal vermelho do semáforo constitui infração de trânsito de natureza gravíssima, com acréscimo de sete pontos ao prontuário do infrator.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
Escalada!
O jornal Folha de São Paulo do dia 30/JAN/2021, trouxe em suas páginas, uma longa matéria, a qual abordava a escalada dos sinistros de trânsito e o que isso representa para a sociedade em relação aos leitos hospitalares, em especial os das Unidades de Terapia Intensiva - UTI.
Esse é um tema que os leitores do CamPitacos já leram, mas é importante destacar os dados apontados pelo jornal, tendo como base o InfoSiga do Governo do Estado de São Paulo.
Apesar de 2020 ter sido o ano da pandemia, com redução da atividade econômica no Estado, o que afetou os Municípios como um todo, a redução de sinistros em comparação a 2019 foi de 9,3% nos acidentes com vítimas, e de 7,6% nos com vítimas fatais.
E apesar do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas no mês de maio ter reduzido em 50% o número de atendimentos em comparação com 2019, nos meses de novembro e dezembro os números ficaram iguais, o que é preocupante.
É preocupante a situação a medida que diante da falta de leitos de UTI digamos "comuns", as vítimas graves dos sinistros, quando há, precisam ser direcionadas para os leitos COVID19.
A matéria reforça a posição de que os brasileiros precisam ter maior cuidado no trânsito e na prevenção do vírus, para evitar passar por essa condição de espera de leitos disponíveis.
O fato da maior parte das vítimas serem motociclistas, reforça a ideia de que esses condutores estão acelerando demais nas vias em busca de gerar mais renda no desenvolvimento das atividades de entrega, algo de suma importância quando as pessoas devem evitar sair de suas casas, mas que não justifica se colocarem em situações de riscos.
O que se observa e constata com dados na capital, não difere muito do que acontece no interior.
Em Sorocaba, para qualquer lado que se olhe, há um motociclista a cometer uma "inocente" infração de trânsito para economizar míseros segundos. Talvez os comportamentos mais reprováveis por aqui seja o avanço do sinal vermelho e o corte de trajeto pelo canteiro central.
Essas posturas inadequadas por mais de uma vez nos fizeram visualizar quase acidentes em grande vias da cidade.
A expectativa é que esse alerta do jornal, ajude a sensibilizar nossas autoridades, para o desenvolvimento de medidas de orientação e fiscalização para os condutores, para reforçar que eles são importantes para suas famílias, e para a sociedade pela atividade que desenvolvem.
Seguimos acompanhando esse tema!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
Avanços e retrocessos.
E novamente estamos na fase vermelha do Plano São Paulo de combate a COVID19.
Nos meios de comunicação, inúmeros relatos de gente de paciência esgotada, a dissertar em relação aos estragos que a medida representa no plano econômico, para os empregos.
Concordamos que é um momento difícil, em todos os aspectos.
É triste ver que a muito custo algumas doses de vacina foram disponibilizadas, e ficamos na angústia em saber quando teremos acesso a nossa dose, não para livrar do vírus, mas reduzir os riscos dos efeitos de um eventual contágio.
Enquanto isso não acontece como desejado, assistimos, assim como no trânsito, condutas inadequadas na prevenção.
Hoje mesmo enquanto parte das pessoas reclamava do efeitos do fechamento do comércio, outros relatavam a quantidade de pessoas ainda sem mascara nas ruas.
Ouvimos e lemos as alegações de que o governo não deveria intervir nessa questão de abrir ou não os estabelecimentos e que caberia a cada um zelar pela segurança dos usuários, clientes.
Isso é algo complicado, e mais uma vez nos socorremos ao trânsito para mostrar o quanto isso é delicado.
Temos no trânsito regras de circulação e condutas voltadas a preservação da vida, e o que assistimos diariamente nas vias é o desrespeito deliberado ao sinal vermelho de parada, conversões proibidas, retornos irregulares, condução manuseando o celular e por aí afora.
Em ambos os casos, as ações de cada um repercutem na sociedade, no ônus para todos suportarem em razão das escolhas.
Na situação em comento, a lotação de leitos hospitalares, que o trânsito por si só já consegue utilizar 60% dos disponíveis. Com a pandemia, em várias situações beiramos a lotação completa.
Ainda precisamos que o Estado intervenha, seja no trânsito, seja na prevenção da pandemia, para incentivar as pessoas a cuidar da própria vida, por mais absurdo que isso venha a parecer.
Enquanto escrevia essas poucas linhas, vi em uma rede social uma imensa aglomeração de pessoas, todas sem máscaras, por ocasião da reabertura de uma quadra de esportes em um bairro de São Paulo, organizada por um influenciador digital em que houve jogo de futebol com times, pagode, distribuição de bebidas e churrasco para quem foi até o local, em um exemplo claro de como as regras de distanciamento social não são devidamente respeitadas.
E antes que digam que nossa argumentação se dá por estarmos "tranquilos" no exercício das atividades profissionais, pelo contrário, também estamos no rol daqueles que precisam de clientes, de trabalhos externos para gerar renda e sofremos o impacto como qualquer outro.
Espero que um dia nossa percepção dos riscos, da necessidade de preservar a vida mude, para o bem da sociedade, para o bem do país.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Bem comum!
Usuários habituais de motocicletas em grande parte conhecem algumas combinações que não apresentam muita segurança para o transitar com o veículo.
Óleo no pavimento, esteja ele seco ou molhado é uma combinação terrível para quem está em um veículo de duas rodas, sendo praticamente impossível se manter em pé.
Outra situação de grande tensão está atrelada a sinalização viária.
Algumas delas possuem grau de aderência não muito adequados, fato esse que com o piso molhado ou úmido podem representar uma queda.
Essa situação em particular melhorou muito nos últimos anos, as tintas são mais aderentes, mas nunca é demais ser prudente e evitar utilizar os freios ou acelerar quando passar pela sinalização, em especial após um longo período sem chuvas.
Por outro lado, temos um procedimento que ainda hoje é realizado e é reprovável pelos riscos: o uso da tinta preta para apagar/remover sinalização viária antiga ou aplicada de forma incorreta.
No sábado dia 09/JAN/2021 transitamos na Praça dos Bombeiros X Avenida Dom Aguirre em Sorocaba e nos deparamos com o bolsão de espera para motociclistas todo pintado de preto, solução encontrada para apagar a sinalização antiga.
Ao olhar para o pavimento pintado, se notava que aquilo poderia render alguma queda, principalmente de motociclistas menos experientes nesses dias de verão com chuvas praticamente diárias.
Fizemos o registro e realizamos a postagem com o alerta a respeito, a qual teve uma repercussão interessante na interação dos seguidores.
Passados três dias, fomos informados pelos responsáveis que a situação tinha sido revista, alterada, com a remoção da tinta preta com o uso de um fresadora e posteriormente a sinalização com o pictograma do motociclista foi implantado.
Muito gratificante ter esse retorno das ações desenvolvidas, pois a intenção da postagem no Instagram e WhatsApp foi o de alertar para a segurança dos usuários das vias.
Vamos em frente!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
Abra os ouvidos!
Atenção total!
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
Documentos digitais. Avançamos?
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
Obrigado! Acabou.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2020
Dezembrô!
Contribuição com a matéria do repórter Basílio Magno da TV Sorocaba SBT.
Clique no link e confira:
https://www.youtube.com/watch?v=pyiRNuv-UA4&feature=youtu.be


















