Mostrando postagens com marcador #bike. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #bike. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Agilidade sem agressão!

Dias atrás conversamos com o Jornalista Rone Carvalho do jornal Diário da Região, a respeito dos benefícios, vantagens da bicicleta nos deslocamentos.

O resultado de nossa conversa produtiva, veiculada no dia internacional da bicicleta você lê no link abaixo.





segunda-feira, 12 de abril de 2021

Drops 1 - Alterações CTB - BICICLETA

Entraram em vigor nesta segunda, 12/ABR/2021 as alterações no Código de Trânsito Brasileiro - CTB.

Alguns temas são importantes que todos conheçam, para evitar surpresas.

Sendo assim, em pequenos vídeos de 1 minuto os quais chamamos de Drops, abordaremos partes desses temas.

Assista, compartilhe, e se tiver dúvidas, entre em contato.






Para o Drops 1, o tema é bicicleta!




quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Processo de mudança!

Motivado a realizar alguma atividade física além da tradicional caminhada, retomei a pedalada pelas vias de Sorocaba.

Nesse primeiro momento, até retomar o folego, os trajetos, em sua maioria são nas ciclovias da região onde moro, mas também é preciso em alguns trechos, fazer o uso compartilhado da faixa de rolamento dos veículos automotores.


O uso da bicicleta como modo de transporte vem se consolidando no país.

Essa condição para o deslocamento ocorrer mostra as duas faces da moeda para o ciclista.

Quando ele está na ciclovia, precisa estar atento aos pedestres que caminham pelo espaço, alguns sozinhos com fones nos ouvidos ou entretidos com o celular, outros em duplas, trios, tomando praticamente toda largura da ciclovia, bloqueando a passagem.

Entendemos os pedestres nas ciclovias, a medida que o espaço para o ciclista é liso, livre de obstáculos, o que é um chamariz para quem quer caminhar com poucos riscos de quedas, ainda que dividindo espaço com ciclistas, condição em que um eventual choque entre ambos pode ser bem perigoso para ambos.

Portanto, também na ciclovia o ciclista precisa ter atenção ao transitar, e o fazer em velocidade reduzida por precaução.

De outra banda, quando vai para a faixa de rolamento, compartilhar o espaço com os demais veículos, a situação fica um tanto mais complicada, pela velocidade em especial.

Alguns condutores parecem ignorar a regra que determina a distância de 1,5m ao ultrapassar uma bicicleta, por conta disso, alguns sustos são inevitáveis. Vale lembrar que desrespeitar essa regra, assim que as alterações no Código de Trânsito Brasileiro - CTB entrarem em vigor, passará a ser uma infração de natureza gravíssima. 

Com a pandemia, notamos que o número de pessoas que adotaram a bicicleta como modo de transporte cresceu. No meu trajeto, já deu para notar algumas pessoas que assim utilizam o veículo.

A expectativa é que a cada dia, com mais e mais usuários das bicicletas, as pessoas passem a ter a consciência da necessidade de garantir a segurança para aquele que pedala, inclusive, alguns tem migrado para as bicicletas ao verem as pessoas utilizando em seus deslocamentos e tendo em determinados momentos, economia de tempo, em especial nos trajetos mais curtos.

No tocante ao uso das ciclovias por pedestres, nossa torcida é para que as prefeituras olhem com mais atenção para as condições de conservação das calçadas, para que os pedestres não precisem se deslocar até o espaço dos ciclistas para usufruir de pavimento em melhores condições.

E vamos em frente!

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Sem carro, motocicleta...22SET

Dentro da Semana Nacional de Trânsito - SNT,  temos o dia 22 de setembro dedicado para o Dia Mundial sem Carro.


A bicicleta, a caminhada ganham destaque no dia 22/SET.


Para muitos chega a ser uma heresia tal efeméride, a medida que o veículo automotor seja de duas ou quatro rodas se constitui em uma importante ferramenta de trabalho, uma forma de permitir cumprir inúmeras atividades do dia a dia.

Na esteira da data, o chamado "Desafio Intermodal" é realizado em algumas localidades, para mostrar qual modo de transporte percorre a mesma distância no menor espaço de tempo possível.

Inevitavelmente a motocicleta e a bicicleta vencem o desafio, seguidos dos usuários de automóveis e finalizam o desafio pedestres e usuários do transporte coletivo, exceto quando a cidade dispõe se metro que em alguns casos ajuda a chegar junto com o automóvel.

Mas o evento tem a importante função de conscientizar as pessoas no tocante a necessidade de mudar as formas através das quais os deslocamentos são realizados.

Nesse período de "declaração própria de final de pandemia" de COVID19 que vivemos no Brasil, temos notado que a cada dia há mais veículos particulares em trânsito, fato esse que tem resultado em dificuldades para transitar sem lentidão, mesmo fora dos horários chamados de pico.

A opção pelo modo individual de transporte tem efeito na lentidão vivenciada e na qualidade do ar que respiramos.

Enquanto na fase maior de afastamento social no país, em que o céu das cidades ficou mais azul, mais limpo, hoje já ostenta o peso dos poluentes em suspensão, aliado a poeira da estiagem que passamos. 

Inclusive, os alertas da Defesa Civil de níveis perigosos de baixa umidade relativa do ar tem sido constantes, na última semana, pelo menos três dias indicaram isso.

Tais dados mostram a necessidade de repensarmos nossas formas de deslocamentos, e também de como são constituídas as cidades, que nos tornam "carrodependentes" com as longas distâncias que precisamos percorrer no dia a dia para nossos afazeres.

O uso da bicicleta como já postamos no blog mais de uma vez, para distâncias de até 8Km é recomendado, e também uma nova visão para as calçadas precisa ser colocada em prática, pois pensar a mobilidade urbana ativa, sustentável sem prestar atenção nesse tema não ajudará no avanço que precisamos.

Aproveite a data, para reflita: eu preciso mesmo do meu carro, da minha motocicleta para fazer todas as minhas tarefas do dia a dia? Será que para buscar o pão na padaria, não posso ir caminhando?

Certamente, até você irá se surpreender com a resposta. 

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Pão quente!

Notícias veiculadas nos meses de julho, agosto, apontaram que o Brasil havia batido recorde nas vendas de bicicletas, as tradicionais, a propulsão humana.


Está difícil escolher uma bicicleta no retorno as atividades no período da COVID19. Imagem: internet


Algo que já tinha ocorrido no ano passado, em breve pesquisa que realizei.

Entretanto, em 2020, com a COVID19, no chamado retorno às atividades, além de um número maior de veículos motorizados nas vias, também chama a atenção a quantidade de bicicletas nas ciclovias, nas vias normais onde o espaço segregado não existe.

Não se trata de ciclistas a lazer, em atividade física apenas, mas pessoas em deslocamentos para o trabalho, compromissos que permitem ser realizados com o uso da bicicleta como meio de transporte.

Mais uma situação que chamou a atenção, foi um relato de uma amigo que ao sair em busca de uma bicicleta para seu uso, se deparou com a falta delas para venda, exceto os modelos com preços superiores a 4 mil Reais, as de entrada, as confortáveis para uso urbano, só por encomendas, e há quem diga que elas precisam ser reservadas, pois estão vendendo como pão quente!

Essa migração para o veículo a propulsão humana, a mobilidade ativa e sustentável é importante para as cidades, pois mostra que há uma parcela da população que vê na bicicleta um veículo útil para seus deslocamentos e que dessa forma, os investimentos na implantação da infraestrutura necessária para o ciclista transitar é algo válido, em especial em um ano com eleições municipais.

Portanto, respeite sempre o ciclista, e para o ciclista, que respeite as regras de trânsito, ainda que não exista uma forma de penalizar os comportamentos irregulares que se vê por aí vez ou outra.

A harmonia no trânsito é necessária, sempre, independentemente do tipo do veículo.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Ciclo revitalização.

Matérias divulgadas na imprensa dão conta que a Prefeitura de Sorocaba iniciou o processo de revitalização das ciclovias da cidade, sendo a ciclovia da avenida Dom Aguirre a escolhida para o início dos trabalhos.


Revitalização das ciclovias, serviço requisitado por muitos, está enfim sendo executado pela Administração.


Parabenizamos pela atitude, uma vez que não são poucos aqueles que clamam por melhorias nas ciclovias.

Algumas apresentam buracos em locais perigosos para quem transita de bicicleta, como a da Avenida Adão Pereira de Camargo, com dois pontos em que as placas se deslocaram e aparentam um monte a ser transposto pelo ciclista.

Ao adotar essa medida de revitalização, certamente isso não será uma despesa para o Município, mas um investimento na melhoria da qualidade do ar, da fluidez para o trânsito.

Muitas pessoas já adotam a bicicleta como um meio de transporte em seus deslocamentos, conheço pessoas que se deslocam diariamente da Zona Oeste da cidade para a Zona Industrial, e são pessoas que lamentam muito quando não podem realizar esse deslocamento em razão de chuvas fortes.

Dentro dessa ação de revitalizar as ciclovias, seria também interessante intensificar as ações educativas para parte dos usuários, que mesmo tendo a sua disposição ciclovias segregadas, com segurança, ainda se colocam em situação de risco entre os veículos automotores.

Os últimos dados de acidentes divulgados pelo InfoSiga apontam que os óbitos com o modal tem aumentado mais que os demais, e isso é preocupante.

Como diz uma plaquinha comum na capital quando se trata de bicicletas: "Respeite, um carro a menos!"

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Pedras e buracos no caminho.


Logo após o natal, um vídeo divulgado pelo WhatsApp, no Facebook, mostrava uma cidadã que havia sofrido uma queda na ciclovia existente na Avenida Dom Aguirre.


Ao visualizar uma irregularidade na ciclovia, acione o poder público pelos canais competentes ou pela imprensa.


A queda, supostamente teria ocorrido em decorrência de imperfeições na ciclovia que foram mostradas no mesmo vídeo.

No tribunal das redes sociais, algumas pessoas ficaram indignadas com o ocorrido, outras atribuíram a culpa para a vítima, mas não compete a nós decidirmos a respeito disso.

O que temos que destacamos neste espaço, é que o trânsito em condições seguras é um direito de todos e dever dos órgãos ou entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, condição essa que se reflete também na oferta de ciclovias em bom estado de conservação.

Atualmente o investimento nos meios de transporte não motorizados é considerável, até mesmo para dar cumprimento a lei da mobilidade urbana que prevê isso, e quando situações como a relatada no vídeo acontecem, certamente há pessoas que pensarão antes de optar pelo modal que beneficia o meio ambiente e o bolso.

Sendo assim, você que é usuário da bicicleta, ou mesmo como pedestre, ao identificar uma situação de risco, faça o registro, encaminhe o que viu para as autoridades competentes pelos canais necessários oficiais como o 18, 156, WhatsApp, ou utilize o espaço cidadão da Cruzeiro FM, através do 3414-1500 o qual pode receber os pedidos e cobrar das autoridades competentes um posicionamento.

Aliás, temos constatado que algumas demandas da cidade acabam sendo atendidas após a divulgação na imprensa, pois problemas no caminho de muitos que compõem o poder público, com possibilidade de solução breve, não tem a devida atenção.

Só não podemos visualizar algo irregular e aceitar isso como normal.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Pensa, respira e pedala!


Nos últimos anos, transitar nos grandes centros tem se tornado algo bem complicado.





Com a chegada da crise, que insiste em não ir embora, como falam alguns, só não chegamos no fundo do poço porque não paramos de escavar, as vias não entraram em colapso com o excesso de veículos, no entanto, a lentidão, congestionamentos ainda persistem e poderiam ser piores.

Estudos apontam que para cada automóvel vendido, o sistema viário deveria crescer seis metros. 

Nos bons tempos de atividade econômica no país, entre 2009 e 2014, em Sorocaba, isso representava uma Avenida Barão de Tatuí inteira, por semana de diante do número de veículos novos comercializados.

O resultado de tantos veículos em trânsito ao mesmo tempo todos conhecem, reclamam.

Felizmente a Administração da cidade a época optou por investir em um plano cicloviário, com vistas a chamar a atenção do cidadãos para a bicicleta como um veículo válido para os deslocamentos.

A primeira vista, a considerar a topografia da cidade, muitos técnicos, dentre os quais nos incluímos, torceram o nariz para essa opção, que mais adiante se tornou acertada, sendo Sorocaba, ainda hoje, conhecida nacionalmente como a cidade das ciclovias.

Com o advento da Lei da Mobilidade Urbana em 2012 a busca por formas alternativas de transportes ganhou um importante reforço. A Lei determina que o poder público deve priorizar os meios de transporte não motorizados e o transporte coletivo em detrimento do transporte individual.

É certo que tal imposição em uma nação como a nossa, crescida e criada tendo o automóvel como um simbolo de status, gerou revolta em parte da população que não admite que as vias públicas deixem de atender com prioridade apenas os automóveis, na maioria das vezes ocupados apenas pelo condutor.

Os reflexos do excesso de veículos nas vias não se apresenta apenas na lentidão, mas também na qualidade do ar que respiramos.

Diante disso, salta aos olhos a informação do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento - CEBRAP divulgada no "Em Movimento" da terça-feira, dia 04/SET/2018 e que a foto ilustra esta postagem que mostra que 31% das viagens de ônibus e 40% das viagens de carro poderiam ser pedaladas, algo que resultaria em uma economia de 34 milhões de Reais no SUS e evitaria 18% das emissões de carbono no meio ambiente.

Surge mais uma vez a bicicleta como uma aliada para a mobilidade sustentável, para auxiliar na melhoria da qualidade do ar que respiramos.

A bicicleta, de acordo com outro estudo, é o veículo ideal para trajetos de até 8 quilômetros para pessoas até 50 anos, um público vasto nos centro urbanos, que poderia deixar de lado o veículo automotor e melhorar a qualidade de vida com a prática da atividade física que a bicicleta proporciona.

Sendo assim, sempre que possível, pedale!

No Brasil, segundo dados da ABRACICLO, a frota de bicicletas é de 70 milhões de unidades, portanto, é grande a possibilidade de ter uma bicicleta em sua casa. Que tal utilizar?

Sorocaba e várias outras cidades do país já possuem o serviço de compartilhamento de bicicletas, e até mesmo a integração da bicicleta com o transporte coletivo, algo ainda mais positivo para a mobilidade urbana.

Eu adoro pedalar, ainda que o faça menos do que gostaria, no entanto, pratico a caminhada com frequencia e sempre que possível deixo o automóvel ou motocicleta guardados para realizar a pé meus deslocamentos, ocasião essa que aproveito para visualizar como é a convivência entre condutores e demais personagens no trânsito, mas esse tema, é para outra postagem aqui no CamPitacos.