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segunda-feira, 23 de agosto de 2021

A proteção que falta!

É de amplo conhecimento que sinistros de trânsito com o envolvimento de motociclistas, quase sempre resultam em lesões para eles. A depender da velocidade empregada, podem ser lesões leves, graves e até fatais.

Como já observamos em alguns estudos, em casos práticos que acompanhamos, poderiam ser evitados com a adoção de medidas de segurança por parte dos usuários das motocicletas, e também por alterações na infraestrutura urbana, rodoviária, que de forma até involuntária, ignora os veículos motorizados de duas rodas.

Para solucionar ou minimizar os riscos de tais eventos, é preciso um esforço conjunto entre condutores com mudança de comportamentos, poder público e todos aqueles que possuem competência em relação a segurança viária.


Sistema de proteção para motociclistas em defensas metálicas já em utilização no exterior. Imagem: internet.


Um tema que sempre desperta atenção em relação a essa mudança, uma forma de aumentar a segurança para os usuários de veículos de duas rodas diz respeito as defensas metálicas, algo que eu como motociclista tenho muito medo de "encontrar" pela frente em uma eventual queda.

Quando transitamos de motocicleta em rodovias, é comum utilizarmos vestimentas de segurança como jaquetas, calças, sapatos e luvas com proteções, para minimizar os efeitos de uma queda, uma vez que ninguém está isento disso.

Ao utilizar tais equipamentos de proteção, a tendência é que eles permitam ao usuário da motocicleta deslizar em caso de queda.

Ocorre que em determinados casos, ao cair, deslizar, o condutor ou passageiro da motocicleta pode ter a infelicidade de atingir uma coluna de sustentação da defensa metálica, e o que poderia salvar uma vida, na realidade pode potencializar a lesão e até mesmo causar o óbito.


Sistema de defensas metálicas utilizadas em uma rodovia brasileira com fluxo considerável de motocicletas


Aqueles que tem nervos de aço e estomago forte não se importam em ver as imagens de pessoas que perderam a vida dilacerados em tais colunas, que para atender fielmente sua função, devem estar implantadas em uma profundidade considerável.

Preocupado com isso, a Espanha, um país com forte uso da motocicleta, com muitos pilotos vencedores no motociclismo de velocidade, desenvolveu há alguns anos, uma campanha, com envolvimento dos grandes astros do motociclismo inclusive, pela mudança na forma como são implantadas as defensas metálicas, com propostas de dispositivos para evitar que motociclistas sejam lesionados ou mortos em decorrência do choque com as colunas.

Algumas então passaram a possuir mais uma lâmina metálica, para evitar o choque, ou ainda, em materiais como policarbonato, que tem a função de reduzir de forma mais suave o impacto do corpo com o dispositivo.

Citamos o caso da Espanha, mas há outros países do mundo que já utilizam essa solução (e algumas outras para impedir que o motociclista caia em outra pista, por exemplo) em benefício da preservação a vida dos usuários de veículos de duas rodas.

Equipamentos de proteção para motociclistas são importantes, mas podem não ser o suficientes em determinados casos.


No Brasil, em nossas andanças pelos Estados do Sudeste, Sul, ainda não tivemos a oportunidade de visualizar a utilização de tais equipamentos nas vias urbanas ou rurais (rodovias), mas é algo que já poderia estar disponível, ao menos nas vias com maior fluxo de veículos de duas rodas.

É importante salientar que somente exigir do motociclista o uso de vestimentas de proteção não é o suficiente para preservar vidas, mas também um forte trabalho preventivo na infraestrutura.

Quando se trata de preservar vidas, uma que seja, não se tem despesas, mas investimentos com retornos garantidos.
 


segunda-feira, 12 de julho de 2021

Ranking!

Convidado pela jornalista Lígia, do jornal Diário do Nordeste, comentamos os dados disponíveis que levam o Estado do Ceará ao terceiro posto daqueles que mais pagam indenizações relativas a sinistros de trânsito com motociclistas.

Clique no link para ter acesso a matéria.


https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/metro/ceara-e-o-terceiro-estado-do-pais-em-numero-de-indenizacoes-pagas-a-vitimas-de-acidentes-com-motos-1.3107467




segunda-feira, 24 de maio de 2021

Tenha essa informação na cabeça.

Os sinistros de trânsito com motociclistas tem sido destaque em Sorocaba.

A análise dos dados, realizadas pelo Jornalista Marce Scinocca aponta e isso e comentamos na matéria a respeito.

Clique no link para ler:

https://www.jornalcruzeiro.com.br/sorocaba/noticias/2021/05/672894-maioria-dos-acidentes-fatais-envolve-motos.html 


A condução de motocicletas demanda muita atenção dos condutores.


terça-feira, 11 de maio de 2021

O exemplo arrasta!

Na última postagem que fizemos aqui no CamPitacos, discorremos em relação ao período denominado Maio Amarelo, cujo tema "Respeito e Responsabilidade: Pratique no Trânsito" recebeu atenção e destacou que ele não se aplica única e exclusivamente para os circunscritos.

Dicas do comportamentos seguros no trânsito para motociclista. Imagem: Instagram/DENATRAN.



Abordamos a necessidade de que aqueles que detém o PdC - Poder da Caneta tenham também o respeito as regras e a responsabilidade ao cria-las, para que todos, sem exceções possam coloca-las em prática.

Feito isso, na mesma semana, os órgãos de imprensa, inclusive com imagens do Palácio do Planalto, nos apresentam nosso Excelentíssimo Senhor Presidente da República a transitar de motocicleta sem capacete, durante a inauguração de uma ponte na ligação entre os Estados do Acre e Rondônia.

Além do ato por conta dele, também transportou um empresário e o ministro presidente do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN sem o capacete, único equipamento de proteção obrigatório para o motociclista que não exerce atividade remunerada.

Apesar das recentes alterações no Código de Trânsito Brasileiro - CTB, conduzir motocicleta ou transportar um passageiro sem o capacete constitui uma infração de natureza gravíssima, com multa pecuniária de R$ 293,47 e suspensão do direito de dirigir.



Ainda que uma via esteja fechada à circulação, pela segurança do usuário, o capacete deve ser utilizado. Foto: Anderson Riedel/Facebook Planalto.



É certo que a via por onde transitou o Excelentíssimo Senhor Presidente da República estava naquele momento fechada à circulação por ocasião da inauguração, entretanto, o ato em si ganha relevância pelo momento, mês de maio, Maio Amarelo, e mais ainda por um dos passageiro transportados ser a autoridade máxima do conselho normativo do país em matéria de trânsito, que participou na mesma semana de evento de abertura do período voltado a chamar a atenção da sociedade para a necessidade de redução do número de mortos e feridos graves no trânsito.

Nenhum motociclista está isento de se envolver em um sinistro de trânsito, em uma queda e vir a sofrer alguma lesão na cabeça pela ausência ou uso inadequado do capacete.

O uso correto do capacete reduz em até 69% a ocorrência de traumatismos crânio-encefálicos de acordo com estudos.



A foto mais emblemática do Maio Amarelo 2021. Foto: Anderson Riedel/Facebook Planalto


E mesmo em locais fechados, com acesso controlado, para realizar um teste drive em uma motocicleta, caso de salões de motocicletas, exibições de montadoras ou concessionárias, além de assinar um termo de responsabilidade, o motociclista tem que utilizar adequadamente o capacete, mesmo que não passe de 40km/h durante o trajeto, isso para a segurança do condutor ante o risco envolvido.

Portanto, nada justifica as cenas que assistimos e lamentamos pela mensagem que transmite para as pessoas.

Os órgãos ou entidade executivos de trânsito em seu dia a dia lutam muito para incentivar o respeito por parte dos condutores, e mesmo de seus agentes em alguns casos, para colocar em prática aquilo que o Código de Trânsito Brasileiro - CTB estabelece em vários artigos: CUMPRIR para fazer CUMPRIR.

Ao contrário do que muitos pensam, nenhum órgão ou entidade se orgulha de aplicar penalidades, suspensão do direito de dirigir para os condutores, mas é o remédio amargo para convencer aqueles que ainda não se deram conta dos riscos, e situações como a ocorrida na sexta-feira 07/MAI, não contribuem para tanto.


terça-feira, 13 de abril de 2021

Drops 2 - Alterações CTB - MOTOCICLETA

No Drops de hoje das alterações do CTB, comentamos a respeito das mudanças no Código de Trânsito Brasileiro - CTB que envolvem o uso da motocicleta.

Clique no link, assista, envie suas dúvidas:


www.youtube.com/watch?v=IukhHd3Zpoo





No Drops do CTB de hoje o assunto é MOTOCICLETA!








segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Escalada!

O jornal Folha de São Paulo do dia 30/JAN/2021, trouxe em suas páginas, uma longa matéria, a qual abordava a escalada dos sinistros de trânsito e o que isso representa para a sociedade em relação aos leitos hospitalares, em especial os das Unidades de Terapia Intensiva - UTI.

Esse é um tema que os leitores do CamPitacos já leram, mas é importante destacar os dados apontados pelo jornal, tendo como base o InfoSiga do Governo do Estado de São Paulo.


Sinistros de trânsito com motociclistas tem sido predominantes na pandemia.

Apesar de 2020 ter sido o ano da pandemia, com redução da atividade econômica no Estado, o que afetou os Municípios como um todo, a redução de sinistros em comparação a 2019 foi de 9,3% nos acidentes com vítimas, e de 7,6% nos com vítimas fatais.

E apesar do Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas no mês de maio ter reduzido em 50% o número de atendimentos em comparação com 2019, nos meses de novembro e dezembro os números ficaram iguais, o que é preocupante.

É preocupante a situação a medida que diante da falta de leitos de UTI digamos "comuns", as vítimas graves dos sinistros, quando há, precisam ser direcionadas para os leitos COVID19.

A matéria reforça a posição de que os brasileiros precisam ter maior cuidado no trânsito e na prevenção do vírus, para evitar passar por essa condição de espera de leitos disponíveis. 

O fato da maior parte das vítimas serem motociclistas, reforça a ideia de que esses condutores estão acelerando demais nas vias em busca de gerar mais renda no desenvolvimento das atividades de entrega, algo de suma importância quando as pessoas devem evitar sair de suas casas, mas que não justifica se colocarem em situações de riscos.

O que se observa e constata com dados na capital, não difere muito do que acontece no interior. 

Em Sorocaba, para qualquer lado que se olhe, há um motociclista a cometer uma "inocente" infração de trânsito para economizar míseros segundos. Talvez os comportamentos mais reprováveis por aqui seja o avanço do sinal vermelho e o corte de trajeto pelo canteiro central.

Essas posturas inadequadas por mais de uma vez nos fizeram visualizar quase acidentes em grande vias da cidade.

A expectativa é que esse alerta do jornal, ajude a sensibilizar nossas autoridades, para o desenvolvimento de medidas de orientação e fiscalização para os condutores, para reforçar que eles são importantes para suas famílias, e para a sociedade pela atividade que desenvolvem. 

Seguimos acompanhando esse tema!

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Mudar é necessário!

Um hábito de muitos anos, caminhar pela cidade, a que moro e outras que passo algum tempo, permite visualizar situações no trânsito que mostram que o desrespeito as regras acaba sendo algo generalizado no país e independe de classe social.


Observar um cruzamento qualquer mostra qual o nível de respeito as regras.


Dez minutos de observação em uma interseção qualquer mostra o nível de despreocupação com as regras.

O uso de canteiros centrais ou ciclofaixas por parte dos motociclistas para realizar corte de trajetos é de longe o que mais visualizamos. 

Seja do motofretista do estabelecimento comercial, em partes, com o consentimento do contratante, seja da moça atleta que sai da academia de Crossfit e passa pelo canteiro para não ter de realizar o retorno em local semaforizado.

Em ambos os casos, não se nota qualquer constrangimento de quem executa as ações, tanto que o segundo caso já visualizamos mais de uma vez, no mesmo ponto da via, com o agravante que a condutora da motocicleta ainda transita um bom pedaço pela ciclovia existente no canteiro central, até chegar na via que ela deseja seguir.

Também em uma visita recente que realizamos em uma das cidades da região metropolitana de Sorocaba, durante o nosso tempo de permanência na via, foi possível contar em uma mão o número de condutores que transitavam e utilizavam o cinto de segurança, algo preocupante.

Esses comportamentos reprováveis do ponto de vista da legislação e preocupantes sob a ótica da segurança viária não podem ser tidos como normais.

E os que elencamos são apenas dois entre tantos outros como manuseio do celular ao conduzir, excesso de velocidade, avanço do sinal vermelho.

Está provado que no trânsito, alguns segundos são suficientes para algo sair do controle e causar graves resultados permanentes como óbitos e lesões graves.

Notamos que uma espécie de fuga da responsabilidade pelas ações equivocadas é alegar a fúria arrecadatória do Estado, uma suposta "indústria de multas", quando os números das despesas ocasionadas em sinistros de trânsito na sua grande maioria são superiores aos arrecadados com as infrações.

Rever conceitos é importante, para evitar autuações e o mais importante, algo que sempre destacamos, PRESERVAR A VIDA!

A economia de tempo que se pensa ganhar com ações equivocadas, pode levar a pessoa a ser paciente em um estabelecimento de saúde, na melhor das hipóteses.

 

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Cuide bem do seu, do seu amigo!

Um antigo ditado popular diz que nunca se deve colocar as mãos onde não é chamado. 

Atualmente essa máxima continua valendo para um importante item de segurança, o capacete do motociclista.


Cuidar bem do capacete é um dever do motociclista. Ele é o principal item de segurança do usuário.


Apesar de parecer algo inocente mexer em um capacete, o cuidado com ele, com sua integridade é de fundamental importância para a segurança do usuário.

Eventuais quedas, ainda que a baixa estatura, sem danos aparentes, pode comprometer a estrutura interna de proteção do dispositivo e consequentemente a vida de quem o utiliza.

Também em uma queda por descuido, a viseira pode vir a quebrar, tornando arriscado o ato de conduzir e sujeita o condutor a uma autuação que pode oscilar entre uma penalidade de natureza leve ou gravíssima.

Vale também lembrar que uma viseira suja, ou mesmo com inúmeras marcas de mãos, em condições de chuva irá reduzir sensivelmente a visibilidade do condutor.

O uso de viseiras possui regras que o condutor não pode esquecer: sempre abaixada (ou óculos de proteção para modelos abertos), permitido uma abertura mínima ao transitar. 

Viseira escura, somente durante o dia, sendo PROIBIDO o uso dos modelos espelhados.

Manter o capacete em bom estado de conservação, muito mais que demonstrar o zelo do proprietário pelo seu principal item de segurança, é uma regra, pois utilizar capacete em mal estado pode ocasionar uma autuação, mesmo que se trate de um capacete novo. 

É importante frisar que os refletivos devem permitir a visualização do capacete durante a noite.

Apesar de recomendada a troca do capacete a cada três anos, o dispositivo não é um produto perecível, sendo bem cuidado e conservado conforme previsto no manual, pode durar anos e anos. É importante destacar que capacetes dos chamados fabricantes premium, só de garantia, possuem CINCO ANOS diante da qualidade dos materiais empregados na fabricação.

Um caso ocorrido em Sorocaba, que posteriormente foi retratado em campanhas educativas, mostrava um capacete de excelente qualidade, que suportou a pressão de um pneu de caminhão, sem causar qualquer lesão ao motociclista que o utilizava na ocasião da queda.

Por outro lado, caso a estrutura interna comece a apresentar folga em excesso, a cinta jugular comece a desfiar pela constante utilização, não hesite, realize a troca o quanto antes.

Um tema que sempre desperta polêmica em relação aos capacetes diz respeito ao selo do INMETRO. 

Para modelos produzidos a partir de 2007, ele é obrigatório, sendo a eventual ausência suprida pela etiqueta interna demonstrando que ele atende as recomendações da NBR-7471 e foi aprovado por instituição reconhecida.

O mercado apresenta produtos de diversos tipos, modelos e preços, mas recomendamos nunca escolher pelo mais barato, mas sim, por aquele que pode oferecer mais segurança para o usuário. Comprar um bom capacete não é despesa, mas sim, um investimento em segurança.

Utilizar corretamente o capacete, segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego - ABRAMET, diminui o risco e a gravidade de lesão em cerca de 72% e reduz a probabilidade de morte em até 40%.

Por esse motivo, fica a recomendação para os demais: nunca mexa em um capacete de motociclista e caso o faça, precise fazer isso, tenha cuidado, pois o que ele protege, não tem reposição!

domingo, 26 de julho de 2020

Dia do Motociclista, o essencial!

Mais um 27 de julho, dia de celebrar o Dia do Motociclista.

Uma data que nasceu para marcar e homenagear um motociclista apaixonado pelo veículo que infelizmente veio a óbito, mas que em tempos de pandemia, vale para destacar pessoas que em seu dia a dia, a despeito da busca por uma renda, estão nas vias para atender aos anseios da população.



27/JUL - Dia do Motociclista - Ter uma moto é mais que um hobby, é um estilo de vida.


De alimentos a remédios, dificilmente não houve quem não acionou um serviço que não se valeu de um motociclista para fazer chegar o produto ao destino.

Além dos tradicionais motociclistas que por profissão exercem o Motofrete desde antes da pandemia, um batalhão de pessoas que perderam seus empregos se lançaram nas vias com suas motocicletas, motonetas, cadastrado em plataformas de entregas.

Um efeito colateral disso foi o aumento no número de óbitos de motociclistas a serviço de alguém, muitos dos quais ocasionados pela necessidade de cumprir o maior número de entregas no menor tempo possível para receber valores que por vezes não chegam ao de um salário mínimo, e muitas vezes se colocam em condições de risco para isso.

De forma acertada, até uma paralisação dos profissionais das duas rodas chegou a ocorrer para chamar a atenção da população e autoridades para isso, e tentar garantir maior segurança para quem trabalha e vencimentos dignos.

Na esteira da paralisação, projetos de lei pipocaram com vistas a garantir alguns direitos, mas no entanto, pelo que se leu e ouviu, as propostas legislativas levam para uma direção que não é a desejada. Muitos dos motofretistas não desejam ter um regime de CLT para realizar os trabalhos, mas sim, possuir condições de melhores vencimentos.

Temos a certeza que os debates em relação a essa questão ainda durarão um bom tempo, mas a semente do debate foi lançada.

Quanto àqueles que tem na motocicleta o veículo do dia a dia, das idas e vindas para as atividades diárias, no deslocamento para o trabalho, e dele para suas casas, o que se pede sempre nessa data é ATENÇÃO e respeito às regras de trânsito.

Ainda é muito comum nas vias públicas, observar condutas equivocadas de motociclistas como transitar manuseando um celular, realizando ultrapassagens perigosas pela direita, avançando com velocidade em cruzamentos semaforizados tão logo eles passem do vermelho para o verde, o que é um risco potencial de sinistros de trânsito.

Também nas rodovias as viagens em grupos, mesmo não recomendadas em tempos de afastamento social, foram destaques na imprensa pela forma que é realizada, com diversas motocicletas em velocidades superiores as regulamentadas, em todas as faixas de rolamento.

Como motociclista que sou, tenho a noção de quanto é prazeroso conduzir uma motocicleta, seja no perímetro urbano ou em uma rodovia, mas esse prazer pode ser encontrado mesmo sem exceder os limites, sem colocar em risco a sua vida ou a de terceiros.

Portanto, neste dia, cumprimento você MOTOCICLISTA, seja profissional das duas rodas, seja um entusiasta, mas todos ligados de alguma forma a esse objeto de duas rodas, um motor, que certamente nos proporciona momentos de muitos sorrisos, emoções quando em movimento.

Seja CONSCIENTE, se MANTENHA VIVO e um Feliz Dia do Motociclista!

terça-feira, 19 de maio de 2020

Experiência na pista.

Temos assistido com frequencia no YouTube, alguns abusos cometidos pelos chamados "youtubers", alguns dos quais faturam 10, 15 mil dólares com registros de comportamentos inadequados no trânsito.

Sendo assim, hoje no CamPitacos um conteúdo diferente!

A experiência que tivemos em 2016 de conduzir uma KTM 200 Duke na pista do Kartódromo Arena Schincariol.

Não foi nada de velocidades absurdas, mas a possibilidade de conduzir uma motocicleta em um ambiente controlado, com total segurança, e o mais legal, como na época possuía uma 200 Duke, vim lá de trás e ao final do tempo de pista, só estava atrás do instrutor.

Lembrando mais uma vez que lugar de correr é na PISTS!

Assista ao vídeo, confira!



quarta-feira, 29 de abril de 2020

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Motoflexão!

Destaque negativo do período de carnaval, propagado pela imprensa, em especial da região de Sorocaba e Jundiaí, foi o atropelamento de duas crianças por motociclistas.


Posturas equivocadas no trânsito podem resultar em acidentes. Imagem: internet.


Um caso registrado em Itu, outro em Jundiaí. Nessa última cidade, a Guarda Civil teve que intervir para evitar o linchamento do condutor da motocicleta, que posteriormente se apurou, não possuía carteira nacional de habilitação, assim como a documentação da motocicleta não estava regular.

Ainda segundo relatos da imprensa, um dos motociclistas prestava serviços como entregador, mesmo com idade abaixo dos 21 anos estabelecidos na legislação para os serviços de motofrete.

Lamentamos o acontecimento de tais eventos, as condições em que eles ocorreram, conforme noticiado, e isso mostra a importância da fiscalização de trânsito para evitar que eles venham a acontecer.

Comprovadamente, quando os condutores tem a sensação da presença da fiscalização, adotam postura mais cuidadosa, ou até mesmo, são demovidos da ideia de conduzir em desacordo com as regras.

Dentro desse conceito cabe inclusive a fiscalização da prestação dos serviços de motofrete, que estabelece formalidades que devem ser cumpridas pelos profissionais.

Um exemplo disso é a fiscalização do excesso de ruído em motocicletas em Sorocaba. 

A partir do momento que as blitzen passaram a ser frequentes, em locais incertos, com a união de esforços entre o órgão de trânsito e a Secretaria do Meio Ambiente, é perceptível nas vias a redução de motocicletas com o uso de canos de descarga irregulares.

É compreensível que não é possível para a fiscalização estar presente em todos os locais ao mesmo tempo, entretanto, temos atualmente meios tecnológicos que permitem levar os olhos dos agentes da autoridade de trânsito para localidades distantes, através do sistema de videomonitoramento, e com base naquilo que se observa, traçar estratégias para coibir os abusos mais frequentes visualizados, ou até mesmo, relatados pelos usuários das vias.

A motocicleta é um veículo acessível para parte significativa da população, pode ser a ferramenta de trabalho e geração de renda para inúmeras pessoas, o meio de transporte ou de lazer, mas precisa ser utilizado com responsabilidade.

O uso da motocicleta em desacordo pode resultar em danos físicos, patrimoniais e precisa ser evitado, com ações de conscientização e fiscalização.

Resta agora torcer para que eventos dessa natureza não voltem a acontecer!




segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Há limites!

O transporte de cargas em veículos sempre é motivo de questionamentos. 

Mas dois tipos sempre chamam mais a atenção das pessoas, o transporte de botijões de gás ou galões de água em motocicletas. 


O transporte de gás de cozinha e galões de água em motocicletas possui regras.


Há relatos inclusive de veículos que já foram atingidos quando parados em semáforos, as motocicletas tentaram passar. 

Preliminarmente é necessário destacar que não é porque o cidadão possui uma corda ou outro dispositivo que permite a ele colocar uma carga enorme no teto do seu veículo que o fará, existe o limite de altura de 50cm.

No mesmo sentido, o transporte de vigas em caminhonetes, que ultrapassam as dimensões dianteira e traseira do veículo, algo comum nas vias públicas, deve atentar para os limites existentes em relação ao balanço traseiro.

Em relação as motocicletas, temos um ponto bem delicado que diz respeito ao transporte de gás de cozinha e galões de água.

Há um entendimento equivocado entre o que é permitido ou não.

O transporte de botijões de gás ou galões de água em motocicletas não é proibido, desde que seja utilizado uma carretinha ou um side car, sistemas esses autorizados pelo CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito.

A opção por esses sistemas proporciona mais segurança a partir do momento que distribui melhor o peso, equaliza e frenagem.

Já o transporte com os botijões ou galões pendurados na traseira da motocicleta, apesar de aparentemente mais rápido e prático, é proibido, além disso, existe a questão de ultrapassar a dimensão lateral da motocicleta.

O transporte de botijões presos na motocicleta geralmente é de no máximo três, mas em relação aos galões de água, já cheguei a visualizar recentemente, uma motocicleta com 8 galões, por mais absurdo que isso possa parecer.

Nessas condições, o risco existe para o condutor, e para quem cruza o seu caminho, pois as motocicletas não são projetadas para suportar excesso de peso de tal maneira.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Segurança na borracha!

Durante o tradicional e diário giro de notícias, análise de projetos de lei em tramitação ou em vias dê, nos deparamos com a notícia de que uma audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados debateu o uso de pneus remoldados, os chamados remould em motocicletas.


Pneus são itens de segurança, devem receber total atenção dos condutores.


Esse é um tema de grande importância pois trata de dois aspectos relevantes para a sociedade: A segurança no trânsito, em especial do motociclista, e também a economia para o bolso do cidadão, uma vez que pneus remoldados tem preço inferior aos novos, sejam eles de marcas tradicionais ou nem tanto.

Mas vivemos uma situação bastante peculiar em nosso país em relação aos pneus remoldados para motocicletas. 

Temos uma Resolução do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN que proíbe o uso de pneus remoldados em motocicletas nas vias públicas.

Por outro lado, a mesma Resolução não impede a venda de tais pneus.

Nesse sentido, alguns proprietários de motocicletas atraídos pelo menor custo, e sem conhecer os aspectos da Resolução, adquirem o produto e passam a utilizar no dia a dia.

As consequencias dessa escolha só acontecem de duas formas: A uma, ao ser abordado em eventual ação de fiscalização, e que avalie também essa questão. A duas, em caso de um acidente ocorrido por conta de alguma falha no processo de remoldagem.

E é nesse ponto que tudo se confunde. 

Quem é motociclista e gosta mesmo de motocicleta, acompanha sites, páginas, canais na interne relacionados ao tema e já deve ter visto por mais de uma ocasião, relatos de pneus originais, de marcas tradicionais que apresentaram problemas de perda da banda de rodagem, de abertura nas laterais do pneu.

Na imagem que ilustra essa postagem, temos um pneu de um fabricante nacional que visivelmente teve parte da estrutura deslocada e gerou deformidade na lateral e banda de rodagem, mas ainda assim, está em uma motocicleta utilizada diariamente! Pelos indicadores de desgaste, o pneu já está comprometido, e com a anomalia que apresenta, mais ainda!

Alguns desses relatos apontam para pneus que nem mesmo haviam atingido o marcador de desgaste, o chamado TWI.

Motociclistas conhecidos vivenciaram isso, e ao acionar o Serviço de Atendimento ao Consumidor - SAC ouviram que pelo tempo de uso, quilometragem, a garantia do pneu não mais cobriria qualquer dano.

Chegamos então ao ponto que se o original pode apresentar falhas, quiçá um remoldado, que em muitos casos quem adquire não tem ideia de como o pneu foi utilizado.

Já utilizei em automóveis, por conta do uso intenso e alto preço do pneu "de marca", pneus remoldados e os que no momento da compra podia escolher, olhar a carcaça internamente, nunca tive problemas.

Entretanto, na única vez em que a escolha não pode acontecer, o veículo transitava e fazia ruídos, ao retirar o pneu da roda, havia uma bolha interna no pneu, realizada a trocar por outro, sem bolha, tudo voltou ao normal.

Em um veículo de quatro rodas ou mais, salvo aqueles que não podem utilizar os remoldados no eixo dianteiro, eventual problema enquanto transita pode ser minimizado com redução da velocidade, em veículo de duas rodas, qualquer problemas em um dos pneus pode representar uma queda, um acidente.

Portanto, o debate é pertinente, deve ser realizado com muita prudência e responsabilidade.

No Brasil, ainda o termo segurança fica em segundo plano em relação aos custos e nesse aspecto, não podemos arriscar.


sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Quem deve transportar é o veículo.

Recebemos um WhatsApp dirigido a coluna Mobilidade Urbana da Cruzeiro FM 92,3, com a participação da ouvinte Helena Silveira do Jardim Simus, a qual veio acompanhada da fotografia que ilustra esta postagem.

Nos mostrou e disse a ouvinte:




"Vi e me surpreendi e pergunto: pode motofrete com bags como a da foto, e tem maiores ainda. Peso e tamanho tem padrão? Causa riscos ao transportador e aos demais no trânsito? Obrigada - Helena Silveira - Jardim Simus."

Realmente a questão retratada, o uso dos mochilões, hoje chamados de bags para o transporte de alimentos é um tanto polêmica.

Não há previsão para o uso dele na lei do motofrete 12009/2009, na Resolução número 356/2010 do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN.

Até onde temos conhecimento, apenas a lei do motofrete de Sorocaba permite o uso dos mochilões, mas é um ponto da lei municipal que não está em conformidade com a legislação federal.

O certo é que para o exercício da atividade dos serviços do motofrete, o condutor e o veículo devem atender as formalidades previstas na lei, pois quem deve transportar a carga, o alimento é o veículo e não o condutor com uma bag ou mochila presa as costas.

Um dos pontos da lei do motofrete que deixa essa situação mais evidente é que o veiculo a ser empregado nos serviços deve ser da espécie/tipo carga, com registro na categoria aluguel, a chamada placa vermelha.

Em relação a como o transporte deve ser realizado, a regra da Resolução CONTRAN 356 determina que o baú a ser utilizado deve possuir 70 centímetros de altura, 60 centímetros de largura e não pode exceder as extremidades internas dos retrovisores, assim como a extremidade traseira deve ser restrita a original da motocicleta.

Há quem entenda que as exigências são demais, mas é importante lembrar que o motofrete é uma profissão, e a partir do momento que todos entenderem isso, o trabalho será devidamente valorizado, pois certamente longas jornadas em uma motocicleta (14 horas é comum o relato) faça chuva ou faça sol, no inverno ou no verão não é algo fácil, ainda mais com os riscos do trânsito.


quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Polvo de motocicleta!


No final da tarde do dia 13/AGO, retornava para minha residência com minha motocicleta.

Como praxe no período, muito trânsito, afinal de contas, estava no chamado "horário de pico".


A condução do veículo de duas rodas deve ocorrer com as duas mãos no guidão. Foto: internet


Além das faixas repletas de veículos, o chamado corredor, onde as motocicletas transitam com o trânsito lento ou parado, também estava lento demais.

Eis que ao chegar no trecho da Universidade do Trabalhador - UNITEN, entendi o motivo.

Um condutor de motoneta, uma Yamaha NMax na cor preta, estava a conduzir seu veículo da seguinte forma:

Mão esquerda: manuseando o smartphone;

Mão direita: uma sacola, pelo tamanho, pesada.

Apesar dessa situação, ainda assim ele estava a transitar em meio ao demais veículos, acelerando pouco o veículo, diante da dificuldade imposta pela condição das mãos

Além das questões óbvias de estar sujeito a uma autuação, até certo ponto desnecessária, pois o veículo que conduzia possui um espaço para o transporte de pequenas cargas, o risco de um acidente era imenso.

Como sempre comentamos, acidentes não acontecem, são provocados, e nesse caso, se ele escapou ileso, foi por intervenção divina, se é que podemos assim dizer.


quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Quente e rápida.




Uma audiência pública acalorada, realizada nesta data na Câmara Municipal de São Paulo debateu os serviços de motofrete, tradicional e por aplicativos.

Houveram discussões, ofensas, pedido de retirada de debatedores do plenário, sem que o Presidente da audiência pública tivesse solicitado, enfim, o tema, como esperado, acirrou os ânimos.

Audiência Pública na Câmara de São Paulo debateu o motofrete.

Debates interessantes, pois mostram que os profissionais das duas rodas buscam a valorização do seu trabalho, assim como as autoridades desejam que ao menos descansar, repor as energias, os profissionais possam em algum momento do dia.

O representante do Ministério Público do Trabalho em sua fala apontou que a maior preocupação da Instituição é com a jornada de trabalho, pois não há um limite de tempo para o acesso a plataforma, e a possibilidade de que o motofretista fique vinculado a todas concomitantemente.

Também é motivo de preocupação a segurança e saúde do trabalhador, pois a condição de autônomo transfere para ele toda a responsabilidade pelo negócio.

O Auditor Fiscal presente na audiência, falou a respeito da precarização do trabalho que ocorre com a transformação do empregado em autônomo. 

De acordo com ele, quando os aplicativos estipulam o preço do serviço, cai a tese da autonomia em que o trabalhador precifica o seu trabalho.

Uma análise que fez o Auditor, mostrou que a chamada economia compartilhada pressupõe um bem sub-utilizado, um automóvel, uma motocicleta e que com ela a pessoa obtém uma renda extra, mas no caso dos transportes por aplicativos o trabalhador retira toda sua renda. Citou ainda que atualmente existe a modalidade de entrega a pé, e questionou: Nesse caso, o bem sub-utilizado seria a meia, o tênis, o chinelo do trabalhador?

Isto posto, restou claro para o extinto Ministério do Trabalho, hoje uma Secretaria no Ministério da Fazenda, que temos um transporte de cargas sendo realizado e não uma intermediação, algo que é visto com preocupação pelo órgão.

Outros vários pontos foram abordados na audiência pública, a qual certamente foi a primeira de muitas, pois algumas demandas precisam ser respondidas para os interessados.

E importante destacar que a segurança de cada motofretista, a segurança viária está em jogo e é preciso debater sim a questão, pois a lei do motofrete, de 2009, até hoje é pouco colocada em prática no país.

Quando solicitamos um alimento, independentemente da forma que pedimos, desejamos sempre que ele chegue quente e rápido, mas não nos importamos como isso irá ocorrer. Por isso o debate para valorizar os trabalhadores, zelar pela segurança deles é válido.

Na imagem que ilustra a postagem, o momento em que um minuto de silêncio buscou homenagear o jovem Tiago, que veio a óbito após passar mal durante uma entrega.

terça-feira, 23 de julho de 2019

Passa direto!

Todo início de legislatura no Congresso Nacional o tema isenção de pedágios para motocicletas vem a tona.


Novamente o tema isenção de pedágios para motociclistas é destaque em projeto de lei. Foto: internet.


Dessa vez, o projeto de lei número 2844/2019, aborda a questão e busca isentar motocicletas e similares do pagamento de pedágios em rodovias federais.

De acordo com o autor da proposta, o deputado carioca Gutemberg Reis do MDB, motocicletas são veículos leves, que não causam danos as rodovias e ao meio ambiente por conta do baixo consumo de combustível.

O projeto, que tramita de forma conclusiva, será analisado pelas comissões de Viação e Transportes,  Finanças e Tributação, Constituição e Justiça e de Cidadania na Câmara dos Deputados.

Apesar da louvável iniciativa do parlamentar, esse tema é delicado, uma vez que trata de uma cobrança prevista nos contratos de concessão de várias rodovias federais.

Uma vez que existe a previsão da cobrança para as motocicletas, caso o projeto venha a ser aprovado, será esse um grande abacaxi para ser descascado.

O motociclista que se dirige de Sorocaba até Florianópolis em Santa Catarina, por exemplo, paga tarifa de pedágio em oito praças, sendo um agravante desse ato, o compartilhamento das faixas de pedágios com os demais veículos, inclusive enormes carretas, fato esse que por vezes deixa o leito da faixa com óleo, o que potencializa o risco de queda.

Podemos afirmar isso com propriedade, pois já passamos por tal situação em uma de nossas viagens.

Mais uma vez será um projeto para ser acompanhado de perto, mas sem grandes expectativas de efetiva implantação.


quinta-feira, 11 de julho de 2019

Queda da bolsa!

O uso de motocicletas, scooters por mulheres é cada vez mais comum, uma tendência. 

Algumas optam pelas duas rodas para escapar do trânsito lento, do assédio, do incômodo no transporte coletivo.

Diante disso, uma dica de segurança importante para esse público.

Sou motociclista a muitos anos, e algo que tempos atrás era raro, hoje é cada vez mais comum, o uso de motocicletas, scooters por mulheres.

Essa nova realidade é bem legal, pois mostra que a motocicleta é um veículo que atende aos interesses de todos, e as estatísticas apontam que o número de acidentes com mulheres motociclistas é bem inferior ao de homens.

Entretanto, em nossas andanças pela cidade, é comum constatar uma situação de alto risco.

Visualizamos a condução da motocicleta com a bolsa pendurada no ombro, ou no braço da condutora.


Conduzir motocicleta com a bolsa dessa forma, é um risco para a motociclista. Foto: internet


Apesar de parecer algo sem importância, que evita perder tempo quando chega ao destino, há registros de acidentes fatais ocasionados por essa prática.

Em um dos casos, a bolsa caiu do ombro direito, levou a condutora a acelerar demais involuntariamente e a um colisão com um poste.

Na última quarta-feira, na Rua Joaquim Ferreira Barbosa, uma condutora seguia com sua motoneta a nossa frente, com uma das alças da bolsa solta, e que poderia enroscar em um retrovisor de um veículo parado, por exemplo.

Sendo assim, ao conduzir um veículo motorizado de duas rodas, procure sempre utilizar bolsas presas tipo mochilas, ou instale um bauleto, caso o veículo não possua espaço para guardar objetos.

No trânsito, todo cuidado é pouco, evite situações de risco e aproveite toda facilidade que a motocicleta pode proporcionar no dia a dia.