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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Bate & Volta trajeto BRT - CPM - TVR - CPM

Com partida do bairro Campolim, seguimos de motocicleta pelo trajeto do BRT Sorocaba até o terminal Vitória Régia, e de lá, voltamos para o Campolim.

Sempre com respeito ao limite de velocidade estabelecido para as vias, e com a utilização dos chamados corredores, apenas quando o trânsito estava lento ou parado em razão do sinal vermelho do semáforo.

Diante disso, cumprimos o trajeto de ida de pouco mais de 14km em 30 minutos, com uma velocidade média de 30Km/h.

O retorno, em pouco menos de 14km, em 28 minutos, também com velocidade média na casa dos 33Km/h.

Durante o trajeto de ida e volta, foi possível constatar que os condutores dos veículos individuais terão que se acostumar, em especial com os ônibus superarticulados, que precisam de muito espaço para vencer algumas curvas do trajeto.

Assista ao vídeo e ouça nosso relato desse experiência. A próxima será de ônibus!




Corredores - Atenção!

Assunto que tem ocasionado dúvidas nos condutores: como se portar nos corredores do BRT, faixas exclusivas do sistema espalhadas pela cidade.





O comportamento em relação aos corredores do BRT Sorocaba causam dúvidas para os usuários das vias.



 

sábado, 17 de agosto de 2019

Benefício que não beneficia.

Notícia que movimentou a quinta-feira, 15/AGO.

Os efeitos nocivos desse "benefício" a população brasileira irá sentir em breve, basta acompanhar os noticiários e refletir quando acidentes graves vierem a ocorrer em rodovias federais. 

Vivenciamos a Década de Ações para a Segurança Viária, em quase todo o período pouca coisa o país fez de efetivo para reduzir seus índices, a redução lenta se baseia em algumas ações pontuais na legislação e fiscalização nas vias.

Clique no link da matéria e confira a contribuição com a Folha de Londrina:


quarta-feira, 17 de julho de 2019

Incentivo ao respeito.


Matéria do portal G1, aponta que quase 7 mil veículos foram autuados nas praças de pedágio na região de Ribeirão Preto, por exceder o limite de velocidade, nas pistas de cobrança automática.


Autuações em pistas de cobrança automática em região do Estado de São Paulo chegam a 7 mil. Imagem: Internet.


Esse número de veículo autuados corresponde ao período de 29/MAI até o início do mês de julho.

Um número elevado de autuações lavradas?

Realmente é um número bem elevado, mas é preciso lembrar que esse tipo de fiscalização passou a ser realizado apenas nos novos contratos em rodovias paulistas, se ela fosse estendida para as demais, o número seria bem maior.

Quando se transita em qualquer rodovia, é possível observar nas praças de pedágio, nas pistas de cobrança automática o excesso de velocidade, como se o sistema desse o salvo conduto para isso.

Essas pistas existem para o cidadão não perder tempo com a parada, não para acelerar demais!

A opção pela fiscalização em tais faixas visa reduzir as chances de acidentes quando a cancela não abre por algum motivo, inclusive há orientações para que caso a cancela não abra, o sinal vermelho permaneça ativo na faixa, o condutor para evitar autuações deve parar o veículo.

Em rodovias federais que costumo transitar, BRs 101 e 116 entre São Paulo e Santa Catarina, chega a assustar a velocidade com que alguns veículos pesados imprimem nas faixas de cobrança automática e caso algo dê errado, o estrago, geralmente é grande e pode ser fatal!

Vale destacar ainda que exceder o limite de velocidade acima de 50%, algo comum em pistas de cobrança automática com velocidade regulamentada em 40Km/h, ao transitar a 62Km/h, por exemplo, a multa é gravíssima, com fator multiplicador vezes três R$ 880,41 e acarreta a suspensão do direito de dirigir de 2 a 8 meses.

Sendo assim, fica a sugestão: Que tal reduzir a velocidade em todos os locais!

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Fábula dos Radares.

Trabalhava em meu escritório, quando ouço a campainha e visualizo pela janela Portátil, Fixo e Estático, todos membros da família Equipamentos Medidores de Velocidade.




A hipotética visita da família de Medidores de Velocidade ao blogueiro. Foto: DGT/ES.


Foi possível notar que a indignação tomava conta deles!

Entraram, e logo começaram a falar em tom de desabafo. Disse Portátil:

- Minha família chegou ao Brasil muito tempo atrás, para ajudar a preservar vidas nas vias públicas. Antes nem foto registrávamos o que podia ser motivo de reclamações, mas hoje, estamos bem preparados, se necessário, fornecemos belas fotos a quase um quilômetro de distância.

Na sequencia, emendou Fixo:

- Além de tudo, até ajudo na segurança pública, pois fico o tempo todo lendo placas e caso um veículo roubado, procurado aparece no sistema, posso indicar para as autoridades onde ele passou e elas com inteligência, podem recuperar o bem ou encontrar aquele que é procurado pode algum motivo.

Estático, que estava meio encostado na parede não se aguentou e soltou o verbo:

- De minha parte, cansei de ser objeto de agressões, por parte de condutores que transitam acima da velocidade regulamentada e até mesmo de algumas autoridades que me agrediram e ainda publicaram vídeo na internet, como se isso foi algo comum e correto. Em diversas ocasiões, estava ali de boa, na calçada, no canteiro central e vupt, pancada. Assim não dá!

Concordei com ele e sorri, ao lembrar um fato ocorrido em que um agente político “abateu” um equipamento medidor de velocidade estático e o levou embora como se uma caça fosse. Ao olhar para o Estático, ele disse:

- Você ri, mas aquela ocasião mostrou parte das dificuldades que vivenciamos. Fui contratado para prestar os serviços, pela mesma equipe daquele que me chutou, danificou. Como pode ser possível isso? Se não sou bem vindo, não precisavam me chamar. Hoje em dia, praticamente só trabalho com membros armados de forças policiais, como meu irmão portátil, pois do contrário, o risco é elevado.

Apesar de conhecer os termos da Resolução número 396/2011 do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, e notar o quanto Estático estava revoltado, já antevendo a resposta, não pude deixar de comentar, até mesmo como forma de provocar o debate:

- Mas você e o Portátil, para os olhos da população, tem o péssimo hábito de ficarem escondidos junto a defensas metálicas, cabeceiras de pontes, já visualizei em rodovias operadores do Portátil no meio do mato, só a flagrar quem passa um pouco mais empolgado no acelerador. É difícil assim!

Recebi a resposta mais rápido que uma motocicleta esportiva retornando de um passeio no sábado a tarde:

- Peraí! O que diz a regra do CONTRAN quanto ao meu uso? Desde que as placas de regulamentação estejam nas vias, os condutores devem respeitar o limite, e quando não há placas, em especial nas rodovias, não se pode exceder os limites estipulados no artigo 61 do CTB. Não diz lá no CTB também que o motorista deve transitar o tempo todo com atenção e cuidados indispensáveis à segurança no trânsito? Quem acelera mais que o permitido não sou eu. Eu e meus irmãos só registramos o fato.

O Fixo, que estava um tanto quieto, só ouvindo complementou:

- Sabe o que acontece na maioria das vezes? Quase todo mundo sabe onde eu estou, em algumas cidades e rodovias eu recebo uma gravata a indicar que estou ali. O pessoal me respeita, reduz às vezes até demais, com medo que eu vá registrar o excesso. Depois, voltam a acelerar o que querem e mais a frente se deparam com o Estático ou Portátil e ficam bravos. Comigo a coisa é de boa porque me veem de longe, mas com os dois a revolta é grande.

Concordei com o Fixo.

Conheço algumas rodovias federais em que de longe a placa indicativa de “Radar” é possível ser vista a uma boa distância, ainda mais a noite, quando a placa ganha refletividade.


A indicação da fiscalização eletrônica incentiva o condutor a reduzir a velocidade.
Foto: DGT/ES

Diante de tudo o que falaram, enfim perguntei como poderia ajuda-los, qual seria o meu papel nesse processo? E Portátil, como sempre a frente de seus irmãos disse:

- Seria interessante que pudesse nos ajudar a mostrar que não somos nós o problema, somente somos colocados nas vias públicas para incentivar as pessoas a respeitarem os limites de velocidade, algo que coloca em risco a vida delas e também das demais que dividem com elas as vias públicas.

Estático, emendou a fala de Fixo com o seguinte argumento:

 - Portátil e eu, não somos inimigos de ninguém, mesmo se eventualmente alguém nos coloca em condições em que ficamos “escondidos”, se o veículo passa dentro do estabelecido, ainda temos uma tolerância do INMETRO antes de registrar o excesso, nada acontece. Não tem como registrar um veículo que passa por nós dentro desse contexto.

Do alto da experiência de anos nas vias do país, seja com sol, calor, chuva, frio, Fixo destacou:

- Antes de nos apontar como equipamentos do mal, caça-níquéis, quem o fez, sendo oriundo de uma instituição alicerçada na hierarquia, na disciplina, na garantia dos poderes Constitucionais, na lei e na ordem, deveria mandar que seus subordinados avaliassem de norte a sul do país o cumprimento fiel das regras da Resolução 396/2011 do CONTRAN. Caso encontrassem situações em que nosso posicionamento está errado, equivocado, que mandasse cessar a operação. As pessoas em seu íntimo sabem que ajudamos a preservar vidas, quantas não evitaram ser desperdiçadas com nossa presença? Por qual razão pedem nossa presença nas vias ou de nossas amigas lombadas quando o risco de acidente existe ou foram vítimas de um?

Enquanto Fixo falava, Portátil e Estático concordavam, quando Estático interrompeu e pediu:

- Irmão, conta aí aquilo que você sempre registra e fica ainda mais chateado.

Fixo, fez uma pausa, tomou fôlego e falou:

- Em meu dia a dia nas vias, pelas minhas lentes e sensores passam veículos com mensagens contrárias a desvios de condutas, de apoio às operações de investigações, cobram mudanças. Acho isso ótimo, necessário em um país como este, mas por qual razão então são tão contrárias à nossa presença nas vias? Somos parte de um processo das mudanças que tanto querem, e também de preservação da vida. Temos a consciência de que no dia que todos tiverem um comportamento melhor nas vias, de respeito, enfim estaremos fadados a MetaReciclagem, mas com a sensação do dever cumprido.

Para tranquilizar meus ilustres visitantes, relatei que no país há grupos de profissionais comprometidos em mostrar que o posicionamento do mandatário está equivocado, que no mundo inteiro a fiscalização eletrônica de velocidade cumpriu, e continua cumprindo papel importante na preservação da vida, sendo inclusive um dos pilares da Década de Ações para a Segurança Viária.

Também apontei que há o entendimento de que antes de se efetivar a retirada dos equipamentos das vias, seja realizada a avaliação do total cumprimento das regras de sinalização, limites regulamentados, para evitar supostas “pegadinhas”.

Por fim, também os recordei que para muitos, a fiscalização eletrônica de velocidade com o uso deles, Fixo, Estático e Portátil é a mais justa das formas de fiscalização, pois somente aqueles que transitam em excesso de velocidade são autuados.

Mas antes que fossem embora, fui obrigado a alertar que contra eles havia um fator preponderante chamado eleitor.

Disse que para ocupantes de cargos eletivos, é mais fácil apontar o dedo para um equipamento, para uma situação, do que realmente admitir que somente com a mudança de comportamento das pessoas é que tudo pode mudar, seja no trânsito ou em qualquer outro ramo da convivência em sociedade. 

Expliquei ainda que infelizmente, poucos são os que tem consciência de levar para a sociedade a real informação, explicar os motivos da adoção de procedimentos ou sistemas, e o pedido para que equipamentos medidores velocidade ou lombadas geralmente acontecem após pedido da própria população. 

Eles agradeceram a atenção, pediram desculpas por eventuais excessos no desabafo e saíram.

Ainda assim, quando Estático, sempre ele, colocou o tripé na calçada, quase foi atingido por um cidadão que conduzia um Equipamento de Mobilidade Individual Autopropelido – EMIA em velocidade acima do permitido, mas esse tema fica para outra ocasião!


AVISO

“Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real terá sido mera coincidência”

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Não há plano B.


Em recente pronunciamento à imprensa, novamente o Presidente Jair Bolsonaro externou a intenção de aumentar a pontuação para que o condutor tenha o direito de dirigir suspenso, dos atuais 20 para 40 pontos, e agora, além de determinar a suspensão da implantação e a retirada dos radares fixos das rodovias federais, pensa em retirar também os radares estáticos ou portáteis.


Mais uma vez os radares estão no centro das discussões no país. Foto: Tribuna do Paraná.


Mais uma vez nos deparamos com essa notícia, com essa vontade do presidente, e ela sempre aparece quando temos um outro debate a ocorrer no campo político e faltam boas notícias da economia e do emprego.

Parece que no tema trânsito a assessoria do presidente tem deixado a desejar ou ele não tem dado ouvido para o que os técnicos de sua confiança tem à dizer, uma vez que o Brasil tem a segurança no trânsito como um dos maiores desafios, por tudo que ele ocasiona para a sociedade.

No tocante ao excesso de velocidade, esse é um dos principais fatores de riscos. 

Uma visita à página do Facebook da Polícia Rodoviária Federal - PRF de Santa Catarina, por exemplo, irá mostrar a quanto trafegam os condutores em vias com limites entre 80 e 100Km/h. 

Todos pensam na questão das multas, nas dificuldades de transitar, mas fecham os olhos para os aspectos importantes como a ocupação de hospitais com as vítimas do trânsito, com as famílias destroçadas com a perda de um ente querido.

Cada morto no trânsito afeta a vida de pelo menos cem pessoas entre familiares e amigos.

E temos também a Previdência Social, que precisa ser reformada segundo o Presidente, pois do contrário NÃO HÁ PLANO B, a qual sente os efeitos nocivos do trânsito pois pessoas em idade produtiva, muitas delas jovens, passam da condição de contribuintes, para a de dependentes.

Se temos nos acidentes uma das causas de despesas pesadas para a Previdência, fica um tanto sem sentido criticar a fiscalização, que busca preservar a vida das pessoas, sendo utilizada não só no Brasil, mas em vários países do mundo.

Ao trabalhar a segurança viária, seja com a utilização de radares, com uma pontuação aparentemente baixa, o que se busca é incentivar o respeito às regras, pois infelizmente parte do povo brasileiro ainda não aprendeu a se comportar adequadamente sem a supervisão, fiscalização de alguém.

Os números de óbitos pela dengue no país são inferiores aos do trânsito mas mobilizam toda a sociedade para acabar com o mosquito e seus criadouros.

No trânsito parte do problema é o eleitor, e atacar esse ponto não é algo salutar para quem detém cargo eletivo. 

Caso um acidente com morte venha a ocorrer, terá sido uma fatalidade,, se vier a ser uma tragédia, teremos um minuto de silêncio e vamos em frente. Uma pena!

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Momento infeliz - Excedendo limites!

Na manhã da sexta-feira, 22 de fevereiro, os portais de notícias, redes sociais, ferramentas de comunicação nos apresentaram o vídeo em que um cidadão, agente político, que é identificado no vídeo como vice prefeito da cidade de Sumaré/SP, ataca ferozmente um equipamento medidor de velocidade estático, o qual estava posicionado na via pública.


A fiscalização de velocidade com a utilização de equipamentos estáticos é prevista em Resolução do CONTRAN.


Disse no vídeo o cidadão, que estava a cumprir uma determinação do Chefe do Executivo, e que na cidade dele aquilo não seria tolerado, não haveria “caça-níquéis”.

Após o ataque, o equipamento medidor de velocidade e seu suporte, como uma presa abatida pelo caçador, foram levados pelo seu algoz para seu gabinete para ele saber quem iria retira-lo.

Certamente há quem venha a aplaudir tal ato, talvez pelo desconhecimento de tudo que envolve o trânsito, a necessidade da fiscalização, mas existem meios e formas corretas para abrir mão desse tipo de serviço prestado.

Em um primeiro momento nos chama a atenção, tamanha agressividade, ódio em relação a um equipamento que está na via pública a serviço da municipalidade, via de regra, contratado por ela.

De acordo com publicação da Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Trânsito – ABEETRANS no Facebook, a atuação do equipamento estava regular e prevista em contrato, bem como a equipe que o opera possui autorização para trabalhar.

Com efeito, é importante destacar que a fiscalização eletrônica de velocidade nas vias do Município, somente é realizada através da determinação dele, do seu órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, não existe a possibilidade de qualquer empresa a seu bel prazer comprar um equipamento medidor de velocidade e passar a prestar o “serviço de autuações” dos condutores que venham a desrespeitar os limites de velocidade estabelecidos.

Para que a fiscalização do excesso de velocidade venha a ocorrer, é necessário que a via possua sinalização de regulamentação da velocidade, dentre outras formalidades previstas na Resolução número 396/2011 do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN.

Cumprida essa regra, eventuais autuações somente serão lavradas para condutores que venham desrespeitar o limite de velocidade, e quando se trata do excesso, isso inclui ultrapassar até mesmo os limites de tolerância dos equipamentos, sendo ela de 7Km/h para velocidades até 100Km/h e de 7% para velocidades acima de 100Km/h.

Portanto, diante da regra existente, ninguém é autuado por exceder em 1 ou 2Km/h, mas no mínimo 8Km/h acima do permitido.

Arriscamos dizer que a fiscalização com equipamentos medidores de velocidade é a forma mais justa de lavrar uma autuação, pois somente quem está em evidente excesso a recebe.

Lamentamos profundamente o ocorrido, pois dentro dos pilares da Década Mundial de Ações para a Segurança no Trânsito, estabelecida pela ONU, a redução da velocidade e a fiscalização desse tipo de infração são partes importantes no processo de reduzir vítimas fatais no trânsito do país.

Mortes no trânsito causam dor em familiares e amigos, mas também causam despesas que são suportadas por toda sociedade.

Dados do IPEA atualizados em 2015, apontam que cada óbito no trânsito custa para a sociedade R$ 550.000,00.

Dentro desse contexto, a considerar os dados de óbitos do InfoSiga do Governo do Estado de Paulo para o Município, em que de janeiro a dezembro de 2018, 18 pessoas perderam a vida no trânsito, o custo estimado de tais óbitos foi de nove milhões e novecentos mil Reais, possivelmente um valor superior ao que se arrecadou com as autuações por desrespeito a legislação de trânsito.

Atitudes como as registradas no vídeo, que se perpetuarão ao longo dos anos na internet não contribuem para a segurança viária, para a preservação da vida, em especial, em um país como o Brasil, que ocupa o terceiro lugar entre aqueles que mais matam no trânsito.

Nossa expectativa é que as autoridades competentes adotem as medidas necessárias para o caso, de forma que ela não venha incentivar outras pessoas a equivocadamente agir da mesma forma.

Por fim, mais uma vez destacamos que a velocidade que empolga, é a mesma que mata, precisa ser fiscalizada, bem como ações como a registradas precisam ser coibidas, para que a intolerância, os momentos de fúria não avancem rapidamente pelo país.

Para quem não assistiu ao ocorrido, segue o link de matéria veiculada no jornal Metro: